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Gasolina volta a ultrapassar os 1,90 euros por litro na próxima semana.

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Vitor Kley atua a 2 de agosto na Feira Terras do Lince Vitor Kley encerra o car…
Vitor Kley atua a 2 de agosto na Feira Terras do Lince
Vitor Kley encerra o cartaz de grandes concertos da Feira Terras do Lince, atuando no dia 2 de agosto, às 23h00. Nos dias anteriores, o palco recebe Nininho Vaz Maia, a 30 de julho, Matias Damásio, a 31 de julho, e Xutos & Pontapés, a 1 de agosto.
A Feira Terras do Lince realiza-se de 30 de julho a 2 de agosto de 2026, em Penamacor, afirmando-se como uma montra do melhor da região, ao reunir produtores, produtos endógenos, atividades económicas e movimento associativo.
Após os concertos, a animação prolonga-se pela noite dentro com Funk On, GAMÏX, American House Party e Wilson Honrado.
A entrada é gratuita. O programa completo pode ser consultado em www.cm-penamacor.pt/p/ftl26.
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Aviso à População – Condicionamento de Trânsito | Vila Nova da Baronia O Munic…
⚠️ Aviso à População – Condicionamento de Trânsito | Vila Nova da Baronia
O Município de Alvito informa que, no âmbito da realização de um concerto promovido pela Sociedade Filarmónica Instrução e Recreio Vilanovense, será implementada uma interdição temporária de trânsito em Vila Nova da Baronia.
📅 Data: 11 de julho de 2026
🕖 Horário da interdição: das 19h00 às 23h00
Via interdita ao trânsito:
Rua 25 de Abril, no troço compreendido entre a Rua Egas Moniz e a Praça da República, junto à Sociedade Filarmónica Instrução e Recreio Vilanovense.
Apela-se a todos os condutores para que utilizem percursos alternativos, respeitem a sinalização temporária instalada e cumpram as indicações das autoridades presentes no local.
O Município de Alvito agradece a compreensão e colaboração de todos pelos eventuais constrangimentos causados.
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Concerto Solidário: Família Vargas traz a Évora a essência do flamenco
No próximo dia 12 de Julho, às 21h30, o Claustro Maior do Colégio do Espírito Santo da Universidade de Évora (UÉ) recebe um concerto solidário de flamenco.
A Família Vargas apresenta um espetáculo único, cujas receitas revertem a favor dos estudantes da Universidade de Évora em situação de vulnerabilidade económica, numa organização conjunta da Universidade de Évora e da Diputación de Badajoz.
A Família Vargas, considerada a principal referência do flamenco em Espanha, sobe ao palco para uma noite de flamenco com alma… e com coração. Uma viagem musical que celebra a tradição e a renovação desta arte. Com um repertório que percorre diferentes palos (ritmos) flamencos, da sua expressão mais ancestral às abordagens contemporâneas, o espetáculo destaca a riqueza dos tangos e jaleos, característicos da tradição extremeña.
A música e a emoção revelam-se em cada nota e compasso interpretado pelos músicos participantes neste projeto, transmitindo a sua alma e criando, em sintonia com o público, uma experiência nova e distinta em cada apresentação.
Reconhecida pelo seu percurso em festivais e palcos de prestígio internacional, como a Bienal de Sevilha, o Festival Flamenco de Nîmes, o Flamenco On Fire e o Teatro Romano de Mérida, a Família Vargas tem conquistado o reconhecimento da crítica e do público.
Liderado por Miguel Vargas, uma das maiores referências da guitarra flamenca da Extremadura, o grupo proporciona uma experiência artística marcada pela emoção, autenticidade e excelência musical.
Redacção|Fonte e imagem:U.E.
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Viver com Doença Venosa Crónica no Verão
A Doença Venosa Crónica (DVC) instala-se quando ocorre uma alteração morfológica ou funcional do sistema venoso e atinge 5 a 30% da população em idade adulta. Com a chegada do tempo quente os sintomas intensificam-se e, com o calor, a dilatação venosa aumenta a estase sanguínea. Conheça algumas medidas não farmacológicas que ajudam a diminuir os sintomas e a progressão da doença.
As pessoas que sofrem de DVC procuram ajuda médica não só pela preocupação estética, mas porque apresentam sintomatologia intensa. Quando não tratada, a doença progride para uma forma mais grave, podendo levar ao aparecimento de feridas nos membros inferiores. Sabe-se que o tratamento farmacológico está indicado como um adjuvante ao tratamento compressivo. No entanto, existem medidas não farmacológicas que podem ser adoptadas para diminuir o impacto dos sintomas.
Conselhos que fazem a diferença:
Por exemplo, sabe-se que as alterações no trânsito intestinal (obstipação) e o excesso de peso aumentam a pressão sanguínea venosa nos membros inferiores. Desta forma, a pessoa deve privilegiar uma alimentação rica em fibras, manter uma boa hidratação e reduzir a ingestão de gorduras saturadas. A prática de exercício físico deve ser regular, como ginástica, natação, ciclismo ou dança, pois estimula a contracção muscular e melhora o retorno venoso.
Com os dias mais quentes, é normal que surjam novas rotinas. Contudo, a exposição solar prolongada, os banhos quentes, a sauna e o vestuário quente devem ser evitados. Nos períodos de maior calor, a pessoa deve permanecer em locais frescos e, quando possível, passar as pernas por água fria para estimular a circulação venosa e aliviar, ao mesmo tempo, a dor e a sensação de pernas pesadas.
O calçado utilizado é extremamente importante, pelo que o salto deve ter entre 3 a 4 cm. A utilização de roupa muito apertada comprime as veias e dificulta a circulação venosa e os sapatos de salto alto e planos não devem ser utilizados.
É importante que as pessoas executem, diariamente, massagem nos membros inferiores, no sentido ascendente, para estimular o retorno venoso, assim como realizar a elevação dos pés à noite, antes de irem dormir.
A contracepção oral e o período da gravidez também potenciam o agravamento da doença venosa crónica. Por isso, as grávidas podem adoptar as medidas referidas anteriormente para diminuir o impacto dos sintomas.
Confirmar o diagnóstico com o médico
A DVC é uma condição que afecta o sistema nervoso das pernas, com forte impacto na qualidade de vida, podendo levar a um quadro de dor crónica e incapacitante. Como principais sintomas referidos podemos nomear a dor, prurido, calor, edema, sensação de “pernas pesadas”, fadiga e/ou pernas inquietas. Desta forma, se apresentar alguma queixa deve consultar o seu médico.
A idade avançada, os antecedentes familiares e o sexo são factores de risco não modificáveis para o desenvolvimento da doença venosa crónica. Como factores de risco modificáveis encontramos: alterações no trânsito intestinal (obstipação) e excesso de peso, actividade física de alto impacto para os membros inferiores (ténis ou basquetebol), exposição ao calor, utilização de roupa apertada e de sapatos de salto alto ou de sola plana. Menos falada, a actividade laboral, em que a pessoa permanece muitas horas de pé ou sentada, também é um factor de risco pelo que é aconselhada a realização de movimentos circulares com os pés e realizar caminhadas após o seu horário de trabalho.
Rita Santos – Enfermeira nas Farmácias Holon
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