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Máquina de rasto da CIM Tâmega e Sousa iniciou operações de gestão florestal em Baião

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A primeira máquina de rasto atribuída à Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM-TS) para operações de gestão florestal iniciou atividade no concelho de Baião, numa ação integrada no programa nacional de reforço da prevenção de incêndios rurais e da gestão sustentável da floresta.

A intervenção arrancou no dia 21 de maio, em Tuaraz, na freguesia do Gôve, coincidindo simbolicamente com o Dia Nacional do Sapador Florestal. O equipamento começou a operar em trabalhos de gestão de combustíveis, reforçando os meios disponíveis para a prevenção de incêndios no território.

A máquina pertence à CIM Tâmega e Sousa e será utilizada de forma articulada entre os vários municípios que integram a comunidade intermunicipal, permitindo aumentar a capacidade de resposta na área da proteção da floresta e da prevenção de fogos rurais.

No local estiveram presentes a presidente da Câmara Municipal de Baião, Ana Raquel Azevedo, responsável também pelo pelouro da Proteção Civil, o primeiro-secretário da CIM Tâmega e Sousa, Telmo Pinto, técnicos da estrutura intermunicipal, elementos da equipa de Sapadores Florestais do Gôve e técnicos do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

A CIM Tâmega e Sousa colocou em operação, em Baião, a primeira máquina de rasto destinada à gestão florestal e prevenção de incêndios no território intermunicipal.

Segundo a autarquia, o início desta operação representa um reforço da estratégia de prevenção e gestão florestal, num território onde a redução do risco de incêndio tem assumido crescente importância.

O programa em que esta medida se integra foi apresentado em dezembro passado, em Baião, no âmbito de uma iniciativa nacional dedicada ao ordenamento e à gestão sustentável da floresta. O plano prevê a distribuição de equipamentos especializados por várias regiões do país, incluindo tratores, máquinas de rasto e viaturas de apoio técnico.

Integrado no Plano Floresta 2050, o investimento global ronda os 50 milhões de euros e destina-se a apoiar ações de gestão de combustíveis, fogo controlado e apoio operacional às entidades ligadas à floresta, abrangendo comunidades intermunicipais, municípios e organizações de produtores florestais.

Imagens: CM de Baião

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