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24 JAN. SÁB. 21.30H Camerata Atlântica – “O Esplendor das Cordas” Música Clássic…

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24 JAN. SÁB. 21.30H
Camerata Atlântica – “O Esplendor das Cordas”
Música Clássic…


24 JAN. SÁB. 21.30H
Camerata Atlântica – “O Esplendor das Cordas”
Música Clássica | 5€ | M/6 anos
Duração: 60 minutos

A Camerata Atlântica é um projeto musical idealizado pela violinista venezuelana Ana Beatriz Manzanilla, sua diretora artística. Tendo como base 11 instrumentistas profissionais de cordas, a Camerata tem a flexibilidade de poder ser alargada a uma formação mais ampla, dependendo do repertório a executar.
O presente programa da Camerata Atlântica propõe um itinerário estético que percorre diferentes tradições musicais europeias, sublinhando a versatilidade e a riqueza expressiva do repertório para orquestra de cordas.
O “Nocturno para Cordas em Si Maior, Op. 40”, de Antonín Dvořák, escrito em 1875, constitui uma obra de caráter contemplativo e sereno, marcada por uma cantabilidade típica do lirismo checo.
A Terceira Suite de “Antiche Danze ed Arie per Liuto”, de Ottorino Respighi, composta em 1931, transporta o ouvinte ao universo da música renascentista e barroca, recriada através de uma escrita moderna e refinada.
Na “Suite para Cordas”, de Leoš Janáček, concluída em 1877, encontramos uma linguagem já marcada pela vitalidade rítmica e pelo colorido harmônico que caracterizariam a maturidade do compositor. Apesar de ser uma obra de juventude, evidencia a tensão entre a herança romântica e a emergência de um estilo pessoal, profundamente enraizado na tradição musical morava.
Encerram o concerto as “Danças Folclóricas Romenas”, de Béla Bartók, datadas de 1915, breves miniaturas em que Bartók elabora com rigor e inventividade material proveniente da música popular romena, transfigurando-o numa síntese artística que alia autenticidade etnográfica e sofisticação composicional.
Assim, o programa articula um diálogo entre passado e presente, erudição e tradição popular, revelando o esplendor das cordas como veículo privilegiado da diversidade cultural europeia.



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ADEP vs OLEIROS

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Carrinhos de rolamentos…quem não se recordam

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Carrinhos de rolamentos…quem não se recordam


O Grupo Motard de Arronches levou a efeito na tarde deste sábado (2 de Maio), a anunciada corrida de ‘Carrinhos de Rolamentos’ na Rua Dr. Edmundo Curvelo.

Havia um tempo em que as ruas não eram apenas caminhos — eram pistas, mundos inteiros desenhados na imaginação de quem as descia a toda a velocidade. Os carrinhos de rolamentos, ou rolimãs, nasciam de mãos pequenas e engenhosas, entre tábuas de madeira reaproveitadas e rolamentos de aço encontrados sabe-se lá onde. Não havia manuais, apenas tentativa, erro e uma vontade imensa de construir liberdade.

Cada carrinho tinha personalidade: uns rangiam, outros deslizavam quase em silêncio, mas todos carregavam sonhos. Bastava uma ladeira e um grupo de amigos para transformar uma tarde comum numa aventura memorável. O coração acelerava antes mesmo da partida, e depois vinha a descida — vertiginosa, descontrolada, deliciosa. O vento no rosto, os gritos misturados com gargalhadas, e aquele travão improvisado de chinelo, tantas vezes heróico, tantas vezes inútil – relembrada por pessoas de geração anterior que comigo falavam. Recordavam esses tempos de uma infância nada fácil mas, com momentos como este inesquecíveis. As quedas faziam parte do ritual. Joelhos esfolados eram medalhas, e a poeira colada à pele era prova de coragem. Ninguém pensava em perigos; pensava-se apenas na próxima corrida, na próxima curva, em quem chegaria primeiro ao fundo da rua, recordavam.

Hoje, essas memórias ecoam com uma doçura particular. Os carrinhos de rolamentos já não ocupam todas as ruas como antes, mas recusam-se a desaparecer. Sobrevivem em corridas organizadas, em encontros que juntam gerações, em olhares cúmplices de quem já sentiu aquele frio na barriga. E, sobretudo, sobrevivem na lembrança — esse lugar onde a infância continua a descer ladeiras sem fim, livre, veloz e eterna.

O grupo Motard de Arronches trouxe-nos à memória visual e colectiva, esse passado tão longínquo mas, neste dia esteve tão perto. O inicio da prova começou na descida – muito acentuada – entre o edifício da Caixa Agrícola e com a meta na Ponte junto à Piscina Municipal.

A prova em tarde amena gerou grande expectativa entre a população, com motivos justificados, tendo em conta a forma como foi organizada, garantida a segurança de todos com as ruas na proximidade encerradas – por breve período à circulação.

Junto ao Centro de Bem Estar Social (local onde nos situámos para recolher as imagens) foi motivo para que os utentes pudessem também eles desfrutar deste evento.

A concentração dos carrinhos foi feita junto à ribeira e a viatura do GMA, digamos que rebocava rua acima os concorrentes, todos agarrados a uma corda até ao local da partida.

Nesse desfile era visível a capacidade inventiva dos participantes, tal como na vida, desde as viaturas mais modestas ao ‘topo de gama’. Para nós, se tivéssemos que nomear como o ‘Ferrari’ da prova, iríamos certamente para o Nº14.

Esta corrida dos carrinhos de rolamentos, leva-me à reminiscência da minha infância. Nascido em Estremoz a cidade é dotada de ruas com grande inclinação. Não era nessa época fácil arranjar rolamentos – os automóveis ainda eram poucos. O recurso residia em mandar fazer as rodas em madeira, aos presos na cadeia que se situava junto à que é hoje a Pousada, onde também há um restaurante que tem precisamente o nome de ‘A Cadeia’.

Colocávamos as rodas no eixo bem lubrificadas com massa consistente, por causa da abrasão entre a madeira das rodas e a dos eixos.

Sobretudo neste dia sobreviveram na lembrança — esse lugar onde a infância continua a descer ladeiras sem fim, livre, veloz e eterna – se houver mais iniciativas como esta.

Fernando Neves Marques|Fotos: Notícias de Arronches



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1º de Maio: celebração ou protesto? O trabalho que temos e o trabalho que queremos

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