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Mosteiro de Cárquere recebeu “Caixa do Tempo” com mensagem de alunos para 2046

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Mosteiro de Cárquere recebeu “Caixa do Tempo” com mensagem de alunos para 2046


O Mosteiro de Santa Maria de Cárquere, em Resende, acolheu na segunda-feira, 27 de abril, a cerimónia de entrega simbólica da “Caixa do Tempo” , iniciativa integrada no programa artístico e cultural da Rota do Românico, intitulado “Cuidadores do Património – Coragem de Cuidar” .

A “Caixa do Tempo” reúne uma mensagem dirigida às gerações futuras, elaborada por alunos da Escola Secundária de Resende, representando um testemunho de cuidado, memória e compromisso com a preservação do património.

A iniciativa assume um forte simbolismo intergeracional, estando a abertura da caixa prevista apenas para daqui a 20 anos, em 2046. Visa desafiar os jovens a explorar emoções, a imaginação e a memória coletiva, promovendo uma aproximação ao património e a novas formas de relação com a cultura e o território.

O Mosteiro de Cárquere, monumento nacional de origem medieval, é um dos mais emblemáticos imóveis da Rota do Românico, conjunto que reúne 58 monumentos e três centros de interpretação distribuídos por 12 municípios.


Fotografias: CM de Resende

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Concurso “Leituras no Douro, Tâmega e Sousa” distingue jovens talentos literários no Emergente Centro Cultural

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Concurso “Leituras no Douro, Tâmega e Sousa” distingue jovens talentos literários no Emergente Centro Cultural


O Emergente Centro Cultural, no Marco de Canaveses, recebeu esta quinta-feira, 30 de abril, a fase final da 3.ª edição do Concurso “Leituras no Douro, Tâmega e Sousa”, reunindo 30 alunos do concelho previamente apurados. A iniciativa, organizada pela Rede Intermunicipal de Bibliotecas do Tâmega e Sousa, evidenciou criatividade e originalidade, com desafios adaptados a cada ciclo de ensino.

Os vencedores por ciclo foram: Inês Beatriz Vieira Leitão (1.º ciclo, EB1 Marco), Tiago Dinis Silva (2.º ciclo, EB 2,3 de Toutosa), Constança Marques (3.º ciclo, EB 2,3 de Sande) e Nurhan Danielle Horner Rodriguez (Ensino Secundário/Profissional, Epamac).

Fotografia: CM de Marco de Canaveses

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CPCJ de Lousada promove Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância com laço humano na Praça das Pocinhas

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CPCJ de Lousada promove Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância com laço humano na Praça das Pocinhas


A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Lousada promoveu ao longo de abril o Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância, sob o lema “Serei o que me deres, que seja amor”. Como atividade final, realizou-se hoje na Praça das Pocinhas a criação de um laço humano com crianças do 1.º e 2.º ano de escolaridade, em representação de todas as crianças do concelho, num gesto simbólico que ocorreu simultaneamente a nível nacional.

O símbolo da campanha, o Laço Azul, surgiu em 1989 nos Estados Unidos por iniciativa de Bonnie Finney, em memória do seu neto vítima de maus-tratos. A iniciativa envolveu entidades parceiras e atividades que desafiaram crianças e jovens a refletir sobre os seus direitos.

Fotografia: CM de Lousada

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Beata Mafalda Sanches

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Beata Mafalda Sanches


Joaquim Luís Costa - Opinião vale do Sousa TV

Joaquim Luís Costa

Licenciado em Ciências Históricas, mestre e doutor em Ciência da Informação. Historiador.

Tradicionalmente associada a Arouca, Mafalda Sanches também teve forte presença nos vales do Tâmega e do Sousa.

Mafalda Sanches nasceu por volta de 1195, sendo filha de D. Sancho I e de D. Dulce de Aragão, os segundos reis de Portugal. Era, assim, neta de D. Afonso Henriques e de D.ª Mafalda de Saboia. 

Segundo rezam as lendas, foi sempre sua intenção seguir a vida religiosa. Todavia, este desejo foi interrompido pelo seu irmão, o rei D. Afonso II, que na procura de uma aliança estratégica com o reino de Castela, impôs o seu casamento com Henrique I, seu primo. Esta união aconteceu em agosto de 1215, em Medina del Campo (Palência), mas pouco tempo durou. Como havia uma grande diferença de idades – ela tinha cerca de 19 anos e Henrique era uma criança, com cerca de 12 anos –, há a versão que sugere que Henrique morreu ao cair do cavalo, enquanto brincava. Como nunca foi bem aceite em Castela, apesar de ser rainha, Mafalda viu nesta morte um excelente motivo para regressar a Portugal. Assim o fez, rumando a Arouca.

Uma das ações em que se empenhou com toda a dedicação nesta sua vida nova foi promover a mudança de hábito do Mosteiro de Arouca, passando-o de beneditino para a Ordem de Cister e depois a transformá-lo na casa feminina cisterciense mais importante do reino. 

Neste mosteiro, Mafalda seguiu uma rotina que procurava a relação com divino através dos preceitos cistercienses, como o silêncio, a oração e os estudos. Todavia, nunca professou, logo não viveu em clausura. Sempre que o desejava, ausentava-se do mosteiro por motivos religiosos e de caridade. Era comum deslocar-se à Sé do Porto para rezar perante a imagem de Nossa Senhora da Silva. Era igualmente comum que nestas viagens passasse por terras do Tâmega e do Sousa, onde aproveitava para apoiar casas monásticas, como a de Tuías, no Marco de Canaveses, e a de Paço de Sousa, em Penafiel, e para fazer obras pias, que, na altura, significava mandar construir, à sua custa, pontes para permitir a ligação de povos e (re)construir igrejas para fortalecer a fé cristã. As igrejas de Abragão, de Boelhe e de Cabeça Santa, todas em Penafiel, são obras tradicionalmente atribuídas a Mafalda Sanches.

Mafalda Sanches morreu a 1 de maio de 1256 no mosteiro beneditino de Rio Tinto, ou no de Tuías, embora se considere o primeiro local como o mais provável. Posteriormente, foram construídos monumentos, como o Memorial da Ermida, em Penafiel, para lembrar a passagem do seu féretro de Rio Tinto para Arouca, onde se encontra sepultada.

Perante uma vida dedicada a Deus e repleta de benfeitorias ao próximo, o seu túmulo foi aberto, por curiosidade, em 1616 e em 1617, e o seu corpo foi encontrado… incorrupto! Estavam, assim, criadas as condições para a sua subida aos altares da Igreja com o título de Beata, a 27 de junho de 1793, embora popularmente fosse intitulada de Santa Mafalda.

Como neste mês se comemora o 770.º Aniversário da sua morte, seria interessante lermos um livro e/ou visitar património ligado a esta figura histórica e religiosa, que embora sepultada em Arouca está umbilicalmente associada à história medieval dos vales do Tâmega e do Sousa.

Com este propósito, sugiro dois livros, um para adultos – Arouca: uma terra, um mosteiro, uma santa – e um infantojuvenil – Mafalda e a Luz, uma história românica –, para termos diferentes visões da santa; e recomendo um percurso turístico-cultural a iniciar na Sé do Porto, depois a passar pelo Memorial da Ermida, pelas igrejas de Abragão, Boelhe e de Cabeça Santa e a terminar no Mosteiro de Arouca. 

Boas leituras e boa viagem!

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Parque das Serras do Porto investe 250 mil euros na compra de 25 hectares para conservação da natureza

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Parque das Serras do Porto investe 250 mil euros na compra de 25 hectares para conservação da natureza


A Associação de Municípios Parque das Serras do Porto, constituída pelos municípios de Gondomar, Paredes e Valongo, anunciou um investimento total de 250 mil euros na aquisição de 25,13 hectares de terreno na Serra de Santa Justa, em Valongo, na zona das Águas Férreas, para fins de conservação da natureza .

A escritura da aquisição do primeiro terreno, de 13 hectares, no valor de cerca de 135 mil euros, foi assinada a 28 de abril pelo presidente do Conselho Executivo da Associação, Alexandre Almeida . A escritura referente ao segundo terreno será assinada brevemente .

Esta aquisição, realizada no âmbito do projeto Serras do Porto Natura 2030 (cofinanciado pelo FEDER/NORTE 2030), permite proteger uma área única para a Chioglossa lusitanica (salamandra-lusitânica), espécie associada à ribeira do Inferno e a antigas minas romanas onde foram observados, pela primeira vez, ovos desta espécie .

Alexandre Almeida, também presidente da Câmara Municipal de Paredes, sublinhou: “A aquisição destes terrenos é fundamental, pois só através da propriedade pública é possível assegurar uma gestão ativa, contínua e eficaz, garantindo a conservação destes ‘habitats’ sensíveis no curto, médio e longo prazo” . Segundo a associação, “a compra dos terrenos é mais um marco e um passo decisivo para proteger a biodiversidade e o futuro do território” .

O plano de intervenção inclui o restauro ecológico da área, com controlo de espécies invasoras, plantação de espécies autóctones e reabilitação das linhas de água .

O anúncio surge no momento simbólico do 10.º aniversário do Parque das Serras do Porto, celebrado a 20 de abril. Este projeto intermunicipal de cerca de 6.000 hectares tem-se transformado num dos principais “pulmões verdes” da Área Metropolitana do Porto, tendo recebido a classificação de Paisagem Protegida Regional, integrada na Rede Nacional de Áreas Protegidas .


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