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Educação

Professores do AEMGA reforçam competências inovadoras em formação internacional Erasmus+

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Um grupo de professores do Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Gomes de Almeida (AEMGA) participou recentemente na ação de formação “Pensar. Fazer. Explorar”, uma iniciativa cofinanciada pelo programa europeu Erasmus+, no âmbito do projeto “Make(r) Space for Outdoors @ AEMGA, que teve como objetivo reforçar práticas pedagógicas inovadoras e preparar os docentes para os desafios da educação do século XXI.

A formação contou com a orientação da professora Sandra Soares e dos peritos belgas Maarten Van Hulle e Saskia Decock, proporcionando aos participantes uma experiência internacional marcada pela partilha de conhecimentos, metodologias e boas práticas educativas.

Ao longo dos 3 dias de formação, os docentes exploraram estratégias que combinam robótica educativa, atividades plugged (com recurso a tecnologias digitais) e dinâmicas de aprendizagem em contacto com a natureza, numa abordagem integrada que valoriza a criatividade, a resolução de problemas, o trabalho colaborativo e o pensamento crítico.

A ação permitiu aos formandos experimentar ferramentas e metodologias inovadoras que poderão agora ser adaptadas e implementadas em contexto de sala de aula, tornando as aprendizagens mais motivadoras, significativas e alinhadas com os interesses dos alunos. A integração da robótica e das tecnologias digitais com experiências ao ar livre revelou-se particularmente relevante para promover competências transversais, estimulando simultaneamente a curiosidade, a autonomia e a participação ativa dos estudantes.

Para os professores participantes, esta formação representou uma oportunidade de desenvolvimento profissional contínuo, favorecendo o contacto com especialistas internacionais e o intercâmbio de perspetivas educativas. A dimensão europeia do projeto reforçou ainda a importância da cooperação entre escolas e profissionais de diferentes países, contribuindo para uma visão mais ampla e atualizada das práticas pedagógicas.

Os benefícios desta iniciativa estendem-se também aos alunos, que poderão usufruir de experiências de aprendizagem mais dinâmicas, interdisciplinares e centradas na experimentação. A aplicação dos conhecimentos adquiridos permitirá criar ambientes educativos mais envolventes, capazes de desenvolver competências essenciais para o futuro.

Ao nível institucional, a ação “Pensar. Fazer. Explorar” constituiu igualmente um importante contributo para a dinâmica do AEMGA, fortalecendo a cultura de inovação, colaboração e abertura ao contexto europeu. A participação em projetos Erasmus+ continua, assim, a afirmar-se como uma mais-valia para a comunidade educativa, promovendo a internacionalização da escola e a valorização das práticas pedagógicas desenvolvidas pelos seus profissionais.

Com iniciativas desta natureza, o AEMGA reforça o seu compromisso com uma educação de qualidade, inovadora e preparada para responder aos desafios de um mundo em constante transformação.



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Educação

Escolas do Concelho participam nos desafios do programa Eco-Escolas “O Mar Começa Aqui” e “Muros com Vida”

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Durante a segunda quinzena de maio e o início do mês de junho, a Escola Básica de Guetim e Escola Básica Integrada Sá Couto, ambas do Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Laranjeira, desenvolveram atividades no âmbito do programa Eco-Escolas, dando resposta aos desafios “O Mar Começa Aqui” e “Muros com Vida”.

O desafio “O Mar Começa Aqui” pretende sensibilizar a comunidade escolar para a problemática da poluição dos oceanos, alertando para o facto de que muitas ações realizadas em terra têm impacto direto nos ecossistemas marinhos. A iniciativa consiste na intervenção artística em sumidouros e sarjetas, transformando estes espaços em elementos de sensibilização ambiental.

Por sua vez, o desafio “Muros com Vida” promove a criação de murais artísticos, tendo como objetivo valorizar a biodiversidade local através da expressão artística e incentivar a comunidade a refletir sobre a importância da preservação do ambiente.

Na EB de Guetim participaram alunos com idades compreendidas entre os 7 e os 10 anos, envolvendo quatro turmas do 1.º ciclo, correspondentes aos quatro anos de escolaridade. Os alunos demonstraram grande motivação e empenho em todas as fases do projeto, participando ativamente na sua concretização assim como na conceção da pintura num sumidouro situado no exterior da escola.

Na EBI Sá Couto participaram alunos entre os 14 e os 15 anos, pertencentes a duas turmas do 9.º ano. Todos os alunos estiveram envolvidos na iniciativa, nomeadamente através do registo fotográfico e de vídeo das diferentes etapas do trabalho desenvolvido.

O Eco-Escolas é um programa internacional da Foundation for Environmental Education, desenvolvido em Portugal desde 1996 pela Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação. O programa tem como objetivo incentivar ações e reconhecer o trabalho desenvolvido pelas escolas na área da Educação Ambiental para a Sustentabilidade, promovendo a participação ativa da comunidade escolar na construção de um futuro mais sustentável.



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Educação

250 alunos finalistas do 1.º Ciclo do Ensino Básico do concelho celebram final de ciclo no Jardim Zoológico de Lisboa

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Cerca de 250 alunos finalistas do 1.º Ciclo do Ensino Básico do concelho de Espinho participaram na tradicional viagem de final de ciclo ao Jardim Zoológico de Lisboa, numa iniciativa promovida pelo Município de Espinho para assinalar o encerramento de uma importante etapa do percurso escolar destas crianças.

A acompanhar os alunos estiveram 15 professores, 16 assistentes operacionais, os diretores dos 2 agrupamentos de escolas do concelho, 7 encarregados de educação representantes da Federação Concelhia das Associações de Pais de Espinho, representantes das Juntas de Freguesia de Anta e Guetim, Espinho, Paramos e Silvalde, bem como uma equipa dos Bombeiros do Concelho de Espinho, que assegurou o acompanhamento da iniciativa.

Ao longo do dia, as crianças tiveram a oportunidade de visitar o Jardim Zoológico, conhecer diversas espécies animais, contactar com projetos de conservação da natureza e aprofundar conhecimentos sobre a biodiversidade, a proteção animal e a preservação ambiental.

Um dos momentos mais marcantes da visita foi a assistência ao espetáculo da Baía dos Golfinhos, uma experiência educativa e emocionante que sensibilizou os alunos para a importância da proteção dos ecossistemas marinhos.

Mais do que uma visita de estudo, esta viagem representou um momento de convívio e alegria.

O Município de Espinho felicita todos os alunos pelo percurso realizado e deseja-lhes os maiores sucessos nos desafios académicos e pessoais que os aguardam no futuro.



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Transporte para jovens inscritos no Programa Universidade Júnior 2026

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Transporte para jovens inscritos no Programa Universidade Júnior 2026


A Câmara Municipal de Espinho informa que irá disponibilizar transporte para os participantes na Universidade Júnior 2026, programa de cursos de verão promovido pela Universidade do Porto.

Este serviço destina-se a jovens que sejam residentes ou frequentem estabelecimentos de ensino no concelho de Espinho.

O transporte será assegurado nas seguintes semanas: 06 a 10 de julho, 13 a 17 de julho, 20 a 24 de julho e 27 a 31 de julho.

Condições e valores
Residentes no concelho de Espinho: 7,00€ por semana;
Não residentes (a frequentar escolas do concelho): 12,00€ por semana.

Inscrições
Após a confirmação da inscrição na Universidade [universidadejunior.up.pt], os Encarregados de Educação deverão solicitar o transporte, entre os dias 8 e 25 de junho, através do seguinte link: https://form.espinho.pt/universidade-junior/

Pagamento
O pagamento deve ser efetuado, presencialmente, no Atendimento Municipal:
Residentes: após confirmação da inscrição;
Não residentes: após confirmação de vaga na viatura.

Para mais informações contacte: comunidade-educativa@cm-espinho.pt



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Educação

Docentes do AEMGA trazem da Dinamarca novas dinâmicas para enriquecer as práticas de ensino

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As docentes Andreia Pereira, Margarete Gomes e Manuela Correia, do Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Gomes de Almeida (AEMGA), participaram recentemente em Aalborg, na Dinamarca, na formação internacional “Motivating learning through outdoor education, creativity and makerspace”, integrada no projeto Erasmus+ “Make(r) Space for Outdoors @AEMGA”. Ao longo desta jornada enriquecedora, as professoras contactaram com metodologias ativas inovadoras, como a aprendizagem baseada em projetos (PBL), o design thinking e o uso de espaços makerspace. A formação permitiu-lhes explorar de que forma a educação ao ar livre e as ferramentas tecnológicas podem caminhar lado a lado para potenciar o entusiasmo e a autonomia dos alunos. Estas professoras acreditam na necessidade de evoluir de uma sociedade excessivamente meritocrática para uma comunidade educativa mais inclusiva, onde os recursos tecnológicos e as metodologias inovadoras sejam utilizados em prol do bem-estar coletivo.

Durante a estadia, as docentes tiveram a oportunidade de visitar escolas, bibliotecas e vários Makerspaces — espaços públicos de criatividade dotados de todas as ferramentas, maquinaria e materiais necessários para que os alunos possam desenvolver os seus próprios projetos. Adicionalmente, estabeleceram contacto com a polícia local com o intuito de compreender as dinâmicas de cooperação comunitária e de que forma as forças de segurança apoiam ativamente os contextos escolares.

Mais do que uma partilha de boas práticas, esta experiência serviu de inspiração para repensar o futuro da educação em Portugal. O objetivo das docentes passa agora por implementar e partilhar estas dinâmicas, promovendo a criação de recursos lúdico-pedagógicos digitais e analógicos que permitam começar a transformar a sala de aula num espaço de cooperação e descoberta. Pretende-se impulsionar uma escola que valorize tanto o bem-estar coletivo como a inovação, preparando os estudantes para os desafios de uma sociedade em constante evolução através de metodologias mais abertas e significativas.

Esta vivência internacional reforça a urgência de evoluir de um modelo de ensino tradicional e focado no mérito individual para uma comunidade educativa genuinamente inclusiva e colaborativa. A verdadeira transformação do ensino começa na capacidade de colocar a humanização e a flexibilidade pedagógica no centro do processo, mostrando que é possível construir, também em Portugal, uma escola onde a tecnologia e a natureza se unem para formar não apenas bons alunos, mas cidadãos plenos e conscientes.



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