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O Governo instituiu o Dia Nacional da Vinha e do Vinho

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O Governo instituiu o Dia Nacional da Vinha e do Vinho



O Governo instituiu o Dia Nacional da Vinha e do Vinho, a celebrar, anualmente, em 31 de Julho, defendendo que o vinho é um dos pilares da mesa portuguesa, com uma dimensão social, económica, cultural, religiosa, ambiental e paisagística. “É instituído o Dia Nacional da Vinha e do Vinho, a celebrar anualmente no dia 31 de Julho”, lê-se num despacho hoje publicado em Diário da República. No diploma, assinado pelo ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, o executivo defendeu que o vinho é um dos pilares simbólicos da mesa portuguesa e da dieta mediterrânica (…)



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Um atentado ao ambiente… e ao civismo

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Um atentado ao ambiente… e ao civismo


Há comportamentos que não podem ser ignorados, sobretudo quando atentam contra aquilo que é de todos: o ambiente, a paisagem e a qualidade de vida de uma comunidade.

Nesta quinta-feira, dia 30 de Julho, a Câmara Municipal de Arronches tomou conhecimento de mais um episódio de deposição indevida de resíduos e entulho na via pública, desta vez nas Hortas de Baixo, na freguesia de Esperança. Uma situação que, para além de constituir um atentado ao ambiente e à imagem do concelho, revela também uma preocupante falta de civismo e de respeito pelo espaço que é partilhado por todos.

É difícil compreender que, nos dias de hoje, ainda existam pessoas que optem por abandonar resíduos na via pública quando existem meios adequados para a sua deposição e, no caso de materiais de grandes dimensões, a possibilidade de solicitar aos serviços municipais a respectiva recolha ao domicílio.

O despejo de entulho na via pública é ilegal. Mas, mais do que uma questão de legalidade, estamos perante uma questão de consciência e de responsabilidade. Cada resíduo abandonado é uma agressão ao ambiente e uma herança negativa deixada à comunidade.

Manter um concelho limpo, cuidado e ambientalmente sustentável não é uma missão exclusiva das autarquias ou dos seus serviços. É uma missão de todos nós. Cabe a cada cidadão assumir a sua responsabilidade e perceber que o respeito pelo ambiente começa nos pequenos gestos do dia-a-dia.

Arronches é um concelho que se orgulha da sua qualidade de vida, da sua paisagem e do seu património natural. Preservar tudo isso é um dever colectivo. Quem aqui vive, mas também quem nos visita, merece encontrar um território cuidado e digno.

Por isso, perante actos como este, não basta lamentar. É necessário apelar ao civismo, à responsabilidade e à consciência de cada um. Porque cuidar do ambiente é cuidar da nossa terra, da nossa comunidade e, em última análise, do futuro de todos.

Redacção|Fonte e foto:GC da C.M.Arronches



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– NOTA DE IMPRENSA – ICOMOS e Comité do Património Mundial da UNESCO não deixam…

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– NOTA DE IMPRENSA – 
ICOMOS e Comité do Património Mundial da UNESCO não deixam…


– NOTA DE IMPRENSA –
ICOMOS e Comité do Património Mundial da UNESCO não deixam cair candidatura das Fortalezas Abaluartadas da Raia

A candidatura das ‘Fortalezas Abaluartadas da Raia’ (Portugal) esteve em apreciação na 48ª sessão do Comité do Património Mundial da UNESCO, realizada em Busan, na República da Coreia, de 19 a 29 de julho.

Ao longo destes dias, uma comitiva constituída pela Delegada Permanente de Portugal junto da UNESCO, Embaixadora Rosa Batoréu, pelo Presidente da Comissão Nacional da UNESCO, Embaixador Jorge Lobo de Mesquita, e pelos representantes dos Municípios de Almeida, Marvão e Valença reuniu com dirigentes e técnicos do ICOMOS, para analisar a avaliação efetuada, esclarecer os principais aspetos identificados, delinear estratégias para o reforço da candidatura e preparar a sua futura reapresentação.

Na sequência da avaliação técnica realizada pelo ICOMOS (Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios), foi recomendada a adoção de uma decisão de diferimento da candidatura (deferral), permitindo ao Estado Português aprofundar e consolidar diversos aspetos do processo, antes da sua reapresentação.

Importa sublinhar que esta recomendação não coloca em causa o valor patrimonial das Fortalezas Abaluartadas da Raia. Pelo contrário, durante a apresentação da avaliação, a Diretora da Unidade de Avaliação do Património Mundial do ICOMOS, Gwenaelle Bourdin, iniciou a sua intervenção afirmando que Portugal possui “um bem com todo o potencial para ser inscrito na Lista do Património Mundial”. Esta afirmação constitui um forte reconhecimento da relevância e da qualidade do património apresentado, reforçando que o principal desafio reside na consolidação da narrativa conceptual que sustentará a demonstração do seu Valor Universal Excecional (VUE).

Na sua apreciação, o ICOMOS recomenda que o Estado-Parte desenvolva um conjunto de trabalhos adicionais que permitam reforçar a candidatura, designadamente através da definição de uma estrutura conceptual mais clara para o sistema defensivo da Raia, do aprofundamento da investigação histórica relativa à evolução das fortificações e às interações militares transfronteiriças, e a reavaliação da composição da série proposta.

Merece especial reconhecimento o profissionalismo, a disponibilidade e o espírito de colaboração demonstrados pelo ICOMOS. A abordagem adotada permitiu um diálogo construtivo e uma orientação clara sobre os aspetos que deverão ser desenvolvidos para fortalecer a candidatura.

Portugal encara esta recomendação como uma oportunidade para consolidar cientificamente o processo e apresentar uma candidatura mais robusta, refletindo a importância histórica, arquitetónica e territorial do sistema das Fortalezas Abaluartadas da Raia, um património singular que testemunha séculos de evolução da arquitetura militar em Portugal.

O trabalho desenvolvido, ao longo dos últimos anos, pelas entidades parceiras, pelos municípios envolvidos, pelas equipas técnicas e científicas e pela administração central, permitiu construir uma candidatura sólida, cujo potencial foi expressamente reconhecido pelo ICOMOS.

A próxima fase consistirá em aprofundar e aperfeiçoar os elementos identificados, prosseguindo o objetivo comum de alcançar a inscrição deste património na Lista do Património Mundial da UNESCO.

A candidatura das Fortalezas Abaluartadas da Raia representa muito mais do que o reconhecimento de um conjunto de fortificações. Constitui o reconhecimento de um sistema defensivo único, da história partilhada dos territórios de fronteira e do compromisso das comunidades locais com a preservação e valorização de um património cultural de relevância internacional.





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Férias de verão concentram quase 40% dos abandonos de animais

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Férias de verão concentram quase 40% dos abandonos de animais


GNR recorda que o abandono de animais é crime.

No âmbito do Dia Internacional do Animal Abandonado, que se assinala no próximo dia 15 de Agosto, e uma vez se aproxima o período de férias prolongadas, a Guarda Nacional Republicana (GNR) alerta para a importância da adopção responsável e para as consequências criminais do abandono e dos maus-tratos a animais de companhia. Entre 2024 e o primeiro semestre de 2026, a actividade de fiscalização e investigação da Guarda resultou no registo de mais de 2 400 crimes e na detenção de 28 pessoas em todo o território nacional.

Atendendo a que o período de verão corresponde, tradicionalmente, à época do ano em que se verifica um maior número de casos de abandono de animais de companhia, a GNR relembra que a adopção constitui um compromisso permanente, pelo que o abandono nunca poderá ser encarado como uma solução. Da análise às ocorrências registadas na área de responsabilidade da Guarda resulta que os canídeos e os felídeos são as espécies mais afectadas por este fenómeno. Os meses de Julho e Agosto concentram o maior número de ocorrências, com 142 casos (38,1% do total anual), realidade frequentemente associada às deslocações e ausências prolongadas durante as férias.

A GNR salienta que perante a impossibilidade temporária de manter o animal durante as férias, existem actualmente alternativas seguras (como alojamentos próprios ou apoio familiar), não sendo o abandono uma opção aceitável.

No que diz respeito ao registo estatístico e à evolução deste tipo de crimes na área de jurisdição da Guarda, destacam-se os seguintes dados entre 2024 e o primeiro semestre de 2026: Total de crimes de maus-tratos e abandono de animais de companhia. Ano 2024; Maus-tratos 591. Abandono-389. Ano 2025; Maus-tratos, 633. Abandono; 373. Ano 2026*,Maus-tratos: 312. Abandono: 159.

*Dados provisórios relativos ao período até 30 de Junho de 2026.

Da análise estatística efectuada, verifica-se uma tendência ligeira de decréscimo nos registos de crimes de abandono. No entanto, os dados continuam a revelar padrões temporais preocupantes, nomeadamente o pico expressivo de ocorrências durante o período de férias estivais e, em menor escala, no pós-natal.

Da análise territorial às ocorrências registadas na área de responsabilidade da GNR entre 2024 e 2026, apura-se que os distritos com maior incidência de crimes de abandono e maus-tratos são os distritos de Braga, Setúbal, Porto e Lisboa, reflectindo também a densidade demográfica destas regiões.

No período compreendido entre 2024 e 2026, a Guarda conduziu diversas investigações que resultaram na detenção de 28 pessoas, na identificação de 1 449 suspeitos e na constituição de 432 arguidos por crimes de abandono e maus-tratos de animais de companhia.

A GNR, através do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA), mantém-se profundamente empenhada na defesa dos valores naturais, ambientais e do bem-estar animal. Quaisquer denúncias ou contributos nesta área podem e devem ser transmitidos através dos seguintes canais: Linha SOS Ambiente e Território: 808 200 520 (número grátis / atendimento permanente); Denúncia on-line: Portal institucional em www.gnr.pt (Serviços / SOS Ambiente); Correio Eletrónico: sepna@gnr.pt.

A Guarda relembra que o abandono e os maus-tratos a animais de companhia são crimes puníveis por lei, sublinhando que a decisão de acolher um animal implica responsabilidade e cuidados contínuos.

Redacção|Fonte: GC da GNR-imagem de publicação



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