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CIM Beira Baixa regista esclarecimentos do Governo sobre as Zonas de Aceleração …

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CIM Beira Baixa regista esclarecimentos do Governo sobre as Zonas de Aceleração …


CIM Beira Baixa regista esclarecimentos do Governo sobre as Zonas de Aceleração de Energias Renováveis

Os presidentes dos oito municípios que integram a Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB), entre os quais o Presidente da Câmara Municipal de Penamacor, José Miguel Oliveira, reuniram, no dia 21 de julho, em Castelo Branco, com o secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Barroca, no âmbito da consulta pública sobre o Programa Setorial das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias Renováveis.

Durante o encontro, o governante esclareceu que os municípios deverão selecionar, dentro das áreas identificadas com potencial para a instalação de projetos de energias renováveis, uma parcela correspondente a 1% do respetivo território para integrar as Zonas de Aceleração de Energias Renováveis.

Jean Barroca explicou que a cartografia incluída na proposta submetida a consulta pública identificava áreas com potencial, não correspondendo à delimitação definitiva das ZAER.

“O que estava no documento eram as áreas com potencial. O Governo nunca teve a intenção de fazer com que um município tivesse 30% ou 50% do seu território. O plano sempre foi apresentar as áreas com potencial, promover a consulta pública e perceber depois como o programa se tornará realidade, através de resolução do Conselho de Ministros”, afirmou.

O secretário de Estado referiu ainda que a área correspondente a 1% dos territórios municipais representa cerca de três vezes a superfície necessária para o cumprimento dos objetivos definidos no Plano Nacional de Energia e Clima.

Segundo o governante, a identificação de uma área superior à diretamente necessária permitirá garantir margem para a concretização dos projetos e evitar a criação de um mercado especulativo em torno dos terrenos disponíveis.

Evolução significativa face à proposta inicial

Na reunião participaram os presidentes dos municípios de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão, que defenderam a posição conjunta aprovada pelo Conselho Intermunicipal da Beira Baixa e apresentada no âmbito da consulta pública.

A CIMBB tinha emitido uma pronúncia desfavorável à proposta inicial, considerando desproporcionada a incidência territorial prevista para alguns concelhos da região e defendendo uma maior participação dos municípios na definição das áreas.

O presidente da CIM Beira Baixa, João Lobo, manifestou-se satisfeito com os esclarecimentos prestados pelo secretário de Estado, considerando que representam uma evolução significativa relativamente à cartografia inicialmente apresentada.

“O que sabemos hoje é que não haverá qualquer município com áreas superiores a 1% do seu território nas ZAER. Esta é uma evolução grande. Na proposta inicial, tínhamos municípios com áreas superiores a 35%, como era o caso da Sertã”, sublinhou.

João Lobo recordou ainda que Sertã, Oleiros, Proença-a-Nova e Castelo Branco se encontravam entre os municípios do país com maior percentagem de território abrangida pelas áreas de potencial identificadas na proposta inicial.

O presidente da CIM Beira Baixa considerou, contudo, que a auscultação agora realizada deveria ter ocorrido antes da apresentação pública do programa setorial, permitindo integrar previamente o conhecimento e as preocupações dos territórios.

Compensações e benefícios para as comunidades

Uma das principais matérias abordadas durante a reunião foi a necessidade de assegurar compensações e benefícios efetivos para as comunidades que venham a acolher novos projetos de produção de energia renovável.

Jean Barroca sublinhou que o objetivo do Governo é encontrar soluções de convergência com os municípios e com as comunidades locais, de forma a garantir que os projetos tenham um impacto territorial positivo e permitam compatibilizar os objetivos nacionais de transição energética com os interesses das populações.

Os oito presidentes reiteraram que os municípios e as comunidades intermunicipais devem participar ativamente na definição e concretização do programa setorial, tanto na seleção das áreas como na definição dos benefícios associados aos projetos.

“A CIM e os municípios têm de fazer parte integrante deste processo. Temos a expectativa de que a resolução do Conselho de Ministros tenha em conta a auscultação dos territórios e que os benefícios sejam efetivos para as comunidades locais”, afirmou João Lobo.

A CIMBB mantém a disponibilidade para contribuir para os objetivos nacionais de transição energética, defendendo que a instalação de novos projetos deve respeitar o ordenamento do território, envolver os municípios nas decisões e gerar benefícios permanentes e mensuráveis para as populações.




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O PORCO: TRADIÇÃO, SABOR E FUTURO, no Convento de Nossa Senhora da Luz

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O PORCO: TRADIÇÃO, SABOR E FUTURO, no Convento de Nossa Senhora da Luz



O Convento de Nossa Senhora da Luz foi palco do encontro “O Porco: Tradição, Sabor e Futuro”, promovido pela AHRESP, em parceria com o Turismo do Alentejo e Ribatejo e a Câmara Municipal de Arronches e contou com a intervenção através de vídeo, do Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, que viria presidiu à sessão de encerramento mas, por motivos de agenda inesperados do governo, não pôde estar presente fisicamente.

Não poderia haver local mais apropriado para reflectir sobre um alimento e um animal que, durante séculos, ajudou a alimentar famílias, moldou costumes e deu origem a algumas das mais apreciadas especialidades da gastronomia alentejana (…)



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𝐎 𝐍𝐢𝐬𝐚 𝐞𝐦 𝐅𝐞𝐬𝐭𝐚 𝟐𝟎𝟐𝟔 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐨𝐮 𝐚𝐨 𝐟𝐢𝐦. Foram quatro dias de muita música, tradiçã…

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𝐎 𝐍𝐢𝐬𝐚 𝐞𝐦 𝐅𝐞𝐬𝐭𝐚 𝟐𝟎𝟐𝟔 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐨𝐮 𝐚𝐨 𝐟𝐢𝐦.

Foram quatro dias de muita música, tradiçã…



✨ 𝐎 𝐍𝐢𝐬𝐚 𝐞𝐦 𝐅𝐞𝐬𝐭𝐚 𝟐𝟎𝟐𝟔 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐨𝐮 𝐚𝐨 𝐟𝐢𝐦.

Foram quatro dias de muita música, tradição, gastronomia, artesanato e, acima de tudo, de partilha e convívio.

A todos os visitantes, expositores, artistas, associações, patrocinadores, parceiros, colaboradores e voluntários, o nosso muito obrigado por contribuírem para o sucesso de mais uma edição.

💛 Levámos connosco momentos inesquecíveis e a certeza de que nos voltaremos a encontrar.

Até ao Nisa em Festa 2027! 🎉

#NisaEmFesta #Nisa2026 #Obrigado #Até2027 #MunicípioDeNisa

✨ 𝐎 𝐍𝐢𝐬𝐚 𝐞𝐦 𝐅𝐞𝐬𝐭𝐚 𝟐𝟎𝟐𝟔 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐨𝐮 𝐚𝐨 𝐟𝐢𝐦.

Foram quatro dias de muita música, tradição, gastronomia, artesanato e, acima de tudo, de partilha e convívio.

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Até ao Nisa em Festa 2027! 🎉

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Município de Portalegre

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Município de Portalegre


Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística, referentes a 2024, colocam Portalegre em 1.º lugar entre os municípios do Alto Alentejo no rendimento mediano por sujeito passivo.

Com 12.986 euros, Portalegre é o município com o rendimento mediano mais elevado do Alto Alentejo, ocupa o 5.º lugar entre todos os municípios do Alentejo e supera a mediana nacional, fixada em 12.316 euros.

Este resultado é um sinal positivo da capacidade do nosso concelho para gerar rendimento, atrair investimento e criar oportunidades para quem aqui vive e trabalha.

Continuaremos a trabalhar para que Portalegre seja cada vez mais dinâmica e competitiva, com mais oportunidades e melhores condições de vida para todos.

Municípios do Alentejo

Posição Município Rendimento mediano
1.º Évora 13.926 €
2.º Castro Verde 13.826 €
3.º Santiago do Cacém 13.507 €
4.º Sines 13.442 €
5.º Portalegre 12.986 €
6.º Aljustrel 12.880 €
7.º Beja 12.816 €
8.º Campo Maior 12.809 €
9.º Arraiolos 12.350 €
10.º Estremoz 12.250 €
11.º Castelo de Vide 12.210 €
12.º Viana do Alentejo 12.155 €
13.º Vila Viçosa 12.130 €
14.º Vendas Novas 12.098 €
15.º Elvas 12.061 €
16.º Montemor-o-Novo 12.050 €
17.º Mora 11.971 €
18.º Almodôvar 11.942 €
19.º Cuba 11.925 €
20.º Arronches 11.923 €
21.º Alcácer do Sal 11.881 €
22.º Reguengos de Monsaraz 11.871 €
23.º Grândola 11.849 €
24.º Vidigueira 11.830 €
25.º Alter do Chão 11.824 €
26.º Nisa 11.723 €
27.º Crato 11.713 €
28.º Ourique 11.707 €
29.º Avis 11.688 €
30.º Marvão 11.621 €
31.º Borba 11.576 €
32.º Fronteira 11.525 €
33.º Monforte 11.520 €
34.º Gavião 11.480 €
35.º Moura 11.385 €
36.º Redondo 11.374 €
37.º Serpa 11.348 €
38.º Alandroal 11.346 €
39.º Portel 11.324 €
40.º Ponte de Sor 11.188 €
41.º Sousel 11.186 €
42.º Mértola 11.174 €
43.º Ferreira do Alentejo 10.633 €
44.º Odemira 9.657 €
Alvito Sem dados divulgados
Barrancos Sem dados divulgados
Mourão Sem dados divulgados

 

Fonte: INE — Estatísticas do Rendimento ao Nível Local, 2024.

 



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PORTALEGRE LIDERA OS MUNICÍPIOS DO ALTO ALENTEJO NO RENDIMENTO DECLARADO Os da…

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PORTALEGRE LIDERA OS MUNICÍPIOS DO ALTO ALENTEJO NO RENDIMENTO DECLARADO

Os da…


📈 PORTALEGRE LIDERA OS MUNICÍPIOS DO ALTO ALENTEJO NO RENDIMENTO DECLARADO

Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística, referentes a 2024, colocam Portalegre em 1.º lugar entre os municípios do Alto Alentejo no rendimento mediano por sujeito passivo.
Com 12.986 euros, Portalegre é o município com o rendimento mediano mais elevado do Alto Alentejo, ocupa o 5.º lugar entre todos os municípios do Alentejo e supera a mediana nacional, fixada em 12.316 euros.
Este resultado é um sinal positivo da capacidade do nosso concelho para gerar rendimento, atrair investimento e criar oportunidades para quem aqui vive e trabalha.
Continuaremos a trabalhar para que Portalegre seja cada vez mais dinâmica e competitiva, com mais oportunidades e melhores condições de vida para todos.

Municípios do Alentejo

Posição Município Rendimento mediano

1.º Évora 13.926 €
2.º Castro Verde 13.826 €
3.º Santiago do Cacém 13.507 €
4.º Sines 13.442 €
5.º Portalegre 12.986 €
6.º Aljustrel 12.880 €
7.º Beja 12.816 €
8.º Campo Maior 12.809 €
9.º Arraiolos 12.350 €
10.º Estremoz 12.250 €
11.º Castelo de Vide 12.210 €
12.º Viana do Alentejo 12.155 €
13.º Vila Viçosa 12.130 €
14.º Vendas Novas 12.098 €
15.º Elvas 12.061 €
16.º Montemor-o-Novo 12.050 €
17.º Mora 11.971 €
18.º Almodôvar 11.942 €
19.º Cuba 11.925 €
20.º Arronches 11.923 €
21.º Alcácer do Sal 11.881 €
22.º Reguengos de Monsaraz 11.871 €
23.º Grândola 11.849 €
24.º Vidigueira 11.830 €
25.º Alter do Chão 11.824 €
26.º Nisa 11.723 €
27.º Crato 11.713 €
28.º Ourique 11.707 €
29.º Avis 11.688 €
30.º Marvão 11.621 €
31.º Borba 11.576 €
32.º Fronteira 11.525 €
33.º Monforte 11.520 €
34.º Gavião 11.480 €
35.º Moura 11.385 €
36.º Redondo 11.374 €
37.º Serpa 11.348 €
38.º Alandroal 11.346 €
39.º Portel 11.324 €
40.º Ponte de Sor 11.188 €
41.º Sousel 11.186 €
42.º Mértola 11.174 €
43.º Ferreira do Alentejo 10.633 €
44.º Odemira 9.657 €
— Alvito Sem dados divulgados
— Barrancos Sem dados divulgados
— Mourão. Sem dados divulgados

Fonte: INE — Estatísticas do Rendimento ao Nível Local, 2024.



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