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Évora dá mais um passo na requalificação e renaturalização do Rossio de São Brá…

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Évora dá mais um passo  na requalificação e renaturalização do Rossio de São Brá…


Évora dá mais um passo na requalificação e renaturalização do Rossio de São Brás para reduzir ilhas de calor e criar uma nova centralidade urbana.

O Município de Évora assinou hoje com o Fundo Ambiental o protocolo que viabiliza a segunda fase da requalificação e renaturalização do Rossio de São Brás, um investimento de 3,335 milhões de euros destinado a transformar um dos principais espaços públicos da cidade num exemplo de adaptação às alterações climáticas.

A cerimónia, realizada no Palácio D. Manuel, contou com a presença da ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho. O projeto, integrado num programa-piloto nacional financiado pelo Fundo Ambiental, abrange cerca de 29 mil metros quadrados e pretende reduzir o efeito das ilhas de calor urbano, melhorar o conforto térmico e aumentar a resiliência climática de um espaço atualmente marcado pela escassez de vegetação e pelo predomínio de superfícies impermeáveis, conforme foi explicado pela Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara de Évora, Teresa Batista.

Por seu turno, na sua intervenção, o autarca eborense, Carlos Zorrinho, defendeu que a ecologia urbana é hoje uma ferramenta essencial para responder às alterações climáticas, considerando que a requalificação do Rossio representa uma nova geração de intervenção urbana, orientada para garantir qualidade de vida às populações. O autarca afirmou ainda que o espaço passará a assumir uma nova centralidade, funcionando como “o coração e um pulmão da cidade”, complementar da Praça do Giraldo, coração do Centro Histórico, além de constituir uma das intervenções estruturantes da preparação de Évora para a Capital Europeia da Cultura 2027.

Carlos Zorrinho sublinhou ainda que o projeto resulta da articulação entre o Município, a associação Évora_27 e o Governo, considerando que esta cooperação permitirá deixar um legado ambiental e urbano duradouro. Dirigindo-se à ministra Maria da Graça Carvalho, agradeceu o apoio do Governo e afirmou que o seu contributo “fica para sempre gravado no presente e no futuro desta terra”.

Além da componente ambiental, a intervenção foi concebida para manter e qualificar as funções multifuncionais do Rossio, preservando a utilização como parque de estacionamento, recinto das feiras mensais, espaço da tradicional Feira de São João e palco de grandes eventos associados à programação da Capital Europeia da Cultura. A empreitada dá continuidade à requalificação já iniciada no Rossio de São Brás e integra uma estratégia mais ampla de regeneração urbana e valorização do espaço público de Évora.

Projeto “Floresta Nómada”

O projeto prevê a criação e requalificação de 8.500 metros quadrados de espaços verdes, a plantação de cerca de 1.500 árvores e arbustos, dos quais mil serão exemplar de médio e grande porte, bem como o aumento significativo da área permeável do Rossio.

A intervenção inspira-se no projeto “Bosk”, concebido pelo artista e arquiteto paisagista holandês Bruno Doedens, apresentado em 2022 na cidade neerlandesa de Leeuwarden.

Em Évora, o conceito foi adaptado à realidade climática e urbana do Alentejo, privilegiando uma solução permanente de renaturalização do Rossio de São Brás. Integrado na programação da Capital Europeia da Cultura 2027, o projeto “Floresta Nómada” aposta na plantação de espécies adaptadas ao clima mediterrânico e na criação de um espaço urbano mais resiliente, contribuindo para reduzir as temperaturas, aumentar a biodiversidade e reforçar a capacidade de adaptação da cidade às alterações climáticas.







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Empresa desenvolve material sem bisfenol A para máquinas da indústria alimentar

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Empresa desenvolve material sem bisfenol A para máquinas da indústria alimentar


A Igus apresentou o novo polímero de alto desempenho Iglidur A351, desenvolvido para responder às novas exigências da União Europeia relativas à proibição do bisfenol A (BPA) em componentes destinados ao contacto com alimentos.

O Regulamento da UE 2024/3190 determina que, a partir de Julho de 2026, as novas máquinas para a indústria alimentar não poderão utilizar peças com BPA. Para equipamentos já existentes, a substituição deverá estar concluída até Janeiro de 2028. O novo material da Igus surge como alternativa para fabricantes e engenheiros de projecto que procuram soluções compatíveis com a nova regulamentação.

Isento de bisfenol A e bisfenol S, o iglidur A351 pode ser utilizado na produção de casquilhos deslizantes, rodas dentadas, guias e espaçadores para sistemas de transporte, enchimento e embalagem. O material está disponível em diferentes formatos, incluindo granulado para moldação por injecção, varões e placas para maquinação CNC e filamentos para impressão 3D.

Segundo a empresa, o polímero combina elevada resistência mecânica com baixo peso, apresentando resistência à compressão de cerca de 78 MPa, baixa absorção de humidade e capacidade de funcionamento em temperaturas entre -100 °C e +180 °C, características adequadas aos ambientes exigentes da indústria alimentar.

Outra das vantagens destacadas pela Igus é o efeito auto-lubrificante do material, que permite o funcionamento a seco sem recurso a lubrificantes externos, reduzindo a manutenção e aumentando a segurança operacional das máquinas. A cor azul do polímero contribui ainda para uma maior detecção óptica de componentes, uma característica valorizada no sector alimentar.

O Iglidur A351 foi testado no laboratório próprio da Igus, em Colónia, com 5.500 metros quadrados, antes da sua apresentação como solução para a transição para componentes livres de BPA.

Redacção|Fonte e foto: Rita Valente-IGUS



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Exposição marca início do Festival de Arronches

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Exposição marca início do Festival de Arronches


Certame cultural cujo apogeu se encontra agendado para o período de 7 a 9 de Agosto foi iniciado com uma mostra de arte contemporânea no Convento de Nossa Senhora da Luz.

O Convento de Nossa Senhora da Luz continua a receber exposições temporárias dedicadas aos mais diversos temas e, desta feita, é a arte contemporânea que se encontra em destaque, numa mostra promovida pela Associação Portuguesa das Artes e Cultura, inaugurada no passado sábado, dia 4 de Julho, encontrando-se integrada no programa da extensão de Arronches do ‘Periferias’, no âmbito de uma parceria com a organização do Festival Internacional de Cine(ma) de Marvão e Valencia de Alcántara.

Ladeada pelo executivo do Município de Arronches, representado pelo presidente João Crespo e pela vereadora Maria João Fernandes e pela curadora da exposição, Inês Rebeca, Ana Luísa Januário, em representação da associação promotora da exposição, referiu que esta serviu para dar início à terceira edição do Festival de Arronches, certame que conhecerá o seu ponto alto no fim-de-semana de 7 a 9 de Agosto, não deixando de agradecer à autarquia por todo o apoio concedido em cada iniciativa da colectividade ao longo dos últimos anos.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal, João Crespo salientou o potencial que desde cedo a autarquia reconheceu ao projecto do Festival de Arronches, o que justifica o esforço feito pela edilidade em ajudar a iniciativa a crescer, para que continue a emprestar uma dinâmica diferente ao concelho e a promover artistas emergentes oriundos de todo o país.

Já Maria João Fernandes destacou a importância desta oferta cultural, uma vez que, com estas iniciativas, se atrai público mais jovem ao concelho, o que se verificou na inauguração da exposição, solicitando então aos artistas na sala para falarem um pouco da sua motivação em fazer parte do projecto.

Feitas as apresentações, Inês Rebeca justificou a escolha das obras de arte expostas nas três salas do Convento que a mostra ocupa, liderando a visita por cada uma das divisões, onde os autores de algumas das peças, presentes naquele momento, explicaram também o processo da sua elaboração.

Redacção|Fonte e fotos:GC da C.M.Arronches



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Fim-de-semana dinamizado com várias actividades culturais

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Fim-de-semana dinamizado com várias actividades culturais


 ‘Periferias’ voltou a passar por Arronches e além do cinema para miúdos e graúdos promoveu a exposição com a qual se deu por iniciado o Festival de Arronches.

A XIV edição do Festival Internacional de Cine(ma) de Marvão e Valencia de Alcántara, denominado ‘Periferias’, já se iniciou e Arronches voltou a ser ponto de passagem deste projecto, numa extensão que emprestou dinâmica ao concelho durante os dias 3 e 4 de Julho.

Depois de uma primeira actividade dedicada às crianças do concelho, no âmbito do projecto ‘O Cinema Somos Nós’, as atenções viraram-se para a aldeia do Marco, na freguesia de Esperança, onde foi exibida a longa-metragem ‘Uma Quinta Portuguesa’, realizada por Avelina Prat, que tem como principais protagonistas Manolo Solo, Maria de Medeiros e Branka Katić.

Porém, antes da visualização do filme, Paula Duque e Paulo Furtado, agradecendo a presença de quem ali se encontrava, dirigiram algumas palavras ao público presente, oriundo de países como Portugal, Espanha ou Brasil. A directora do festival começou por dar a conhecer o objectivo da iniciativa e por agradecer ao Município por todo o apoio que tem concedido ao projecto ao longo dos anos. Já o vice-presidente da Câmara Municipal fez questão de mostrar a disponibilidade do Município em continuar a apoiar a iniciativa, dada a importância de descentralizar a cultura, objectivo ao qual a autarquia é sensível.

No sábado, dia 4 de Julho, o Convento de Nossa Senhora da Luz foi o espaço onde começou a segunda metade do programa, com a inauguração de uma exposição de arte contemporânea, fruto da parceria entre a organização do ‘Periferias’ e a Associação Portuguesa das Artes e Cultura, que aproveitou assim para dar início à terceira edição do Festival de Arronches.

Junto à organização do Festival de Arronches, representada por Ana Luísa Januário e à curadora da exposição, Inês Rebeca, esteve o executivo autárquico de Arronches, representado pelo presidente João Crespo e pela vereadora Maria João Fernandes, que salientou o potencial que desde o início a autarquia reconheceu ao projecto, o seu crescimento ao longo dos anos e a sua importância para a dinâmica do concelho e para a atracão de público jovem, sendo ainda de realçar a promoção de artistas emergentes oriundos de todo o país. Por sua vez, antes de passar a palavra a Inês Rebeca que haveria de apresentar as peças em exposição, Ana Luísa Januário manifestou o agradecimento ao Município pelo apoio concedido ao longo dos anos, nas mais diversas iniciativas.

A terminar, o ‘Periferias’ voltou ao Jardim do Fosso para mais uma maratona de cinema insuflável, com a exibição de uma série de filmes infantis que se prolongou desde o final da tarde até ao serão, deliciando as crianças e familiares que foram passando pelo espaço e aproveitaram para assistir a películas de animação.

Redacção|Fonte e fotos:GC da C.M.Arronches



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Festas de Verão das Hortinhas 10, 11 e 12 de julho Centro Cultural e Desport…

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Festas de Verão das Hortinhas 
 10, 11 e 12 de julho 

Centro Cultural e Desport…


Festas de Verão das Hortinhas
📅 10, 11 e 12 de julho

📍Centro Cultural e Desportivo das Hortinhas



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