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Um ano depois do apagão: a fragilidade de um sistema em transição

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Um ano depois do apagão: a fragilidade de um sistema em transição


Passou um ano sobre o apagão que deixou às escuras Portugal, Espanha e partes do sul de França. Um ano depois, permanece uma inquietação legítima: foi um incidente isolado ou um sinal de vulnerabilidade estrutural? A resposta, apesar de múltiplos relatórios e comissões de especialistas, continua longe de ser consensual — e isso, por si só, já é revelador.

Durante o 'Apagão' voltamos aos candeeiros a petróleo e ao pequeno rádio a pilhas

Durante o ‘Apagão’ voltamos aos candeeiros a petróleo e ao pequeno rádio a pilhas

A tentação de procurar uma causa única é compreensível, mas enganadora. Os sistemas eléctricos modernos são estruturas de enorme complexidade, onde falhas raramente ocorrem de forma isolada. O mais provável — e tecnicamente consistente — é que o apagão tenha resultado de uma sequência de eventos, uma reacção em cadeia onde pequenas perturbações se amplificam até ao colapso.

Entre as explicações avançadas, duas têm dominado o debate público. Por um lado, a crítica à integração de energias renováveis, nomeadamente solar e eólica, frequentemente apontadas como fontes de instabilidade. Por outro, a ideia de que estamos a operar tecnologia de ponta sobre infraestruturas e modelos de controlo concebidos para um sistema energético completamente diferente.

Nenhuma destas leituras, isoladamente, explica o fenómeno. Mas ambas tocam num ponto essencial: estamos a viver uma transição energética que não é apenas tecnológica — é estrutural. Durante décadas, a produção eléctrica foi centralizada, previsível e relativamente fácil de gerir. Hoje, o sistema é mais distribuído, mais variável e, inevitavelmente, mais exigente do ponto de vista da coordenação.

O problema não está nas energias renováveis em si, mas na velocidade — e, em alguns casos, na falta de coerência — com que o sistema se está a adaptar à sua integração. Redes pensadas para fluxos estáveis enfrentam agora oscilações constantes. Sistemas de controlo evoluíram, mas muitas vezes por sobreposição, não por substituição. E, num contexto de redes interligadas entre países, a complexidade multiplica-se.

A dimensão internacional do apagão expôs outra fragilidade: a coordenação. A interligação eléctrica europeia é, em teoria, uma força — permite compensar falhas locais e optimizar recursos. Mas, na prática, também pode funcionar como canal de propagação de instabilidade, sobretudo quando os mecanismos de resposta não estão perfeitamente alinhados.

Um ano depois, o que sabemos com segurança? Sabemos que há riscos identificados. Sabemos que há investimento em curso, desde redes inteligentes a sistemas de armazenamento. Sabemos que há maior consciência técnica e política sobre a necessidade de reforçar a resiliência.

O que não sabemos — ou não nos é dito de forma clara — é se o sistema está hoje substancialmente mais preparado para evitar um novo evento semelhante.

É aqui que entra a dimensão política e económica. As redes eléctricas são infraestruturas críticas, geridas por grandes operadores e enquadradas por decisões governamentais. A transparência total, nestes casos, raramente acontece. Não necessariamente por ocultação deliberada, mas por prudência, por interesses e pela própria complexidade técnica.

Ainda assim, a questão central mantém-se: pode voltar a acontecer? A resposta honesta é sim. Em sistemas desta natureza, o risco nunca é eliminável — apenas gerível.

Talvez a verdadeira lição do apagão não esteja em encontrar um culpado, mas em reconhecer uma evidência desconfortável: estamos a construir o futuro energético sobre bases que ainda pertencem ao passado. E, enquanto essa transição não for plenamente resolvida, a estabilidade continuará a ser menos garantida do que gostaríamos de admitir.

Redacção|Fontes: imprensa escrita e televisiva – imagem de arquivo



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As festas de São João em Arronches, arrancaram com as habituais largadas

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As festas de São João em Arronches, arrancaram com as habituais largadas


As festas de São João em Arronches, arrancaram com as habituais largadas, organizadas pelo Grupo de Forcados Amadores de Arronches/Associação Amigos da Festa Brava, que conta como sempre com o apoio logístico da Câmara Municipal de Arronches.

Este é o encontro com os muitos aficionados não só do concelho, como aqueles que se deslocam de outras localidade, para colocar à prova a sua coragem frente ao touro…e depois em confraternização beber umas cervejas, depois das quais se pede sempre na maior das cordialidades, sem desacatos.

Rossio vibra com largadas de touros

Em Arronches, tradição que é tradição é para manter e no corrente ano, uma vez mais, a primeira semana das festas de São João fica marcada pelo arranque das largadas de touros.

O gado foi cedido por Francisco Carrão, no serão seguinte, foram corridas as reses de João Carlos Folgado. Até ao próximo domingo passarão ainda pelo recinto os exemplares das ganadarias Irmãos Serpa, João Rosa, José Covas e António Galhanas, ficando para segunda-feira, dia 15 de Junho, a última largada com o gado da ganadaria vencedora.

A tauromaquia voltará há Praça de Touros de Arronches, a fazer parte dos festejos são joaninos no dia 19 de Junho, pelas 22H00, com a tradicional Corrida de Touros de São João. O cartel é composto pelos cavaleiros João Moura Caetano, João Salgueiro da Costa e Paco Velasquez para lidar os touros de Oliveira Irmãos, Passanha, Paulo Caetano, Romão Tenório, Torre d’Onofre e Irmãos Moura Caetano. Para pegar estes touros do Concurso de Ganadarias do Alentejo, estarão em praça os Grupos Amadores de Forcados de Arronches e Beja, respectivamente liderados pelos cabos Manuel Cardoso e Francisco Patanita.

Redacção|Foto de publicação



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O nosso agradecimento a todos os que deram vida ao Cortejo Histórico da Baronia…

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O nosso agradecimento a todos os que deram vida ao Cortejo Histórico da Baronia…


🏰✨ O nosso agradecimento a todos os que deram vida ao Cortejo Histórico da Baronia D’Alvito – A Primeira de Portugal.

Estas imagens retratam muito mais do que um desfile. Retratam o empenho, a dedicação e o orgulho de uma comunidade que se uniu para celebrar a sua história e as suas raízes.

A todos os participantes, figurantes, associações, escolas, grupos e famílias que aceitaram o desafio de fazer parte deste momento único, o Município de Alvito expressa o seu mais sincero agradecimento.

Foi graças a vós que o Cortejo Histórico se tornou um dos momentos mais marcantes desta edição, enchendo as ruas de cor, tradição e emoção.

📸 Ficam alguns registos de um momento que ficará na memória de todos.

Obrigado por fazerem parte da nossa história.

#BaroniaDAlvito #APrimeiraDePortugal #Alvito #HistóriaViva #OrgulhoNaNossaTerra #MunicípioDeAlvito #Comunidade #Alentejo #CulturaETradição 🏰❤️







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Contas Consolidadas da autarquia aprovadas em reunião de Câmara

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Contas Consolidadas da autarquia aprovadas em reunião de Câmara


Documento foi apresentado no primeiro plenário do mês de Junho, tendo sido favoravelmente votado por todos os membros presentes.

Como habitualmente acontece, a primeira reunião ordinária da Câmara Municipal de Arronches de cada mês, tem lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho e o primeiro encontro formal do executivo autárquico de Junho, realizado no passado dia 9, não foi excepção, tendo contado com a presença do vice-presidente Paulo Furtado e das vereadoras Maria João Fernandes e Iola Feiteira.

No período de antes da ordem do dia, os presentes abordaram alguns temas que marcam a actualidade do concelho (…)

Saiba tudo na próxima edição de Junho do Notícias de Arronches



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Benfica, Rio Ave e Belenenses de Odivelas sagram-se vencedores no primeiro fim-d…

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Benfica, Rio Ave e Belenenses de Odivelas sagram-se vencedores no primeiro fim-d…


Benfica, Rio Ave e Belenenses de Odivelas sagram-se vencedores no primeiro fim-de-semana de Thunder Cup

O Sport Lisboa e Benfica, o Rio Ave Futebol Clube e o Belenenses de Odivelas foram os grandes vencedores do primeiro fim-de-semana da Thunder Cup. O Benfica venceu no escalão Sub 16 Feminino – Fase ouro, o Rio Ave o escalão Sub 16 Feminino – Fase prata e o Belenenses Odivelas o escalão Sub 10 Masculino.

A Câmara Municipal de Penamacor (CMP) esteve representada no evento pelo Presidente José Miguel Oliveira e pelo Vice-Presidente Pedro Silveiro.

O Presidente da CMP destacou, durante a cerimónia de entrega de prémios, que a aposta nos torneios de formação é estratégica para o território, gerando benefícios tanto ao nível turístico como desportivo.

“Espero que a primeira edição deste torneio tenha correspondido às vossas expectativas e agradeço a todos por terem aceite o nosso convite. Esta iniciativa é o resultado de um trabalho conjunto com as associações locais e tem como principal objetivo proporcionar uma experiência positiva a todos os envolvidos — atletas, treinadores, equipas técnicas e acompanhantes. Mais do que cumprir metas desportivas, queremos que as crianças se divirtam e desfrutem da competição, pois esse é o aspeto mais importante nestas idades”, afirmou.

Recorde-se que a Thunder Cup arrancou este fim-de-semana, com a apresentação das equipas a decorrer na sexta-feira, dia 12 de junho, no Jardim da República, sendo que o primeiro fim-de-semana de competição se prolongou até este domingo, dia 14.

Os estádios de Penamacor e de Pedrógão de São Pedro são os palcos escolhidos para a taça de futebol juvenil que continua, depois, entre 19 e 21 de junho.
A primeira edição da Thunder Cup reúne centenas de jovens atletas e vários clubes de referência do panorama nacional, contando com a participação de 32 equipas e cerca de 500 atletas dos escalões Sub-10, Sub-12, Sub-13 e Sub-16, nas vertentes masculina e feminina, em provas de futebol de 7, 9 e 11.

Neste primeiro fim-de-semana, estiveram representados o Sport Lisboa e Benfica, o Rio Ave Futebol Clube, o Sporting Clube de Portugal, a Associação Recreativa Cultural Bairro Valongo, o Futebol Clube do Porto, o Futebol Clube de Famalicão, o Sporting de Frielas, o Pinhalnovense, os Leões de Porto Salvo e o Belenenses de Odivelas.

Esta iniciativa é organizada pela Associação Desportiva e Cultural Brave Thunder, com o apoio do Município de Penamacor, da Associação Desportiva Penamacorense e da Associação Desportiva Recreativa e Cultural de Pedrógão de São Pedro.







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