Alentejo
O ataviar que restou – Uma crónica sobre o brio e o imediato
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%BLOGDESCLINK%Ilustração: Rita Rego No Alentejo, como em qualquer outro lugar onde a vida não espera por ninguém, o tempo é um recurso que escasseia. Por isso mesmo, o verbo “ataviar” sempre teve um peso especial: não era sobre ter horas de sobra para se olhar ao espelho, mas sobre o brio de arranjar esse tempo […]O Artigo %POSTLINK% o primeiro a aparecer %BLOGLINK% foi escrito por %AUTHORLINK%.
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