Regiões
GRIPE AVIÁRIA – Cuidados a ter
A gripe aviária está a exigir atenção reforçada de conservacionistas e autoridades europeias. A SPEA divulgou 10 perguntas e respostas para esclarecer a situação em Portugal.
Os observadores de aves e pessoas que frequentam habitats naturais podem ajudar reportando rapidamente aves doentes ou mortas, o que é crucial para conter surtos.
Segundo a DGAV e a EFSA, o Outono de 2025 apresenta níveis sem precedentes de gripe aviária altamente patogénica em aves selvagens na Europa.
Em Portugal, o risco de infecção é muito elevado, com vários focos activos. Para protecção sanitária, mantém-se o confinamento obrigatório de aves domésticas e a proibição de exposições, concursos e ajuntamentos, excepto quando há condições de biossegurança.
Não há evidência de transmissão pelo consumo de carne ou ovos, mas algumas estirpes podem infectar mamíferos e humanos quando há contacto muito próximo com aves infectadas. As principais preocupações são os impactos económicos (em aves domésticas) e ecológicos (em espécies selvagens, especialmente as que vivem em colónias).
Em Portugal, as aves selvagens mais afectadas são sobretudo gaivotas, mas há casos também em garças, patos, cegonhas e alcatrazes. Os surtos concentram-se em zonas costeiras e estuários, embora possam surgir em todo o país. A observação de aves contínua segura se forem cumpridas regras básicas: manter distância, não tocar em aves doentes ou mortas e reportar situações suspeitas.
Perante aves vivas com sinais de doença, devem ser contactados SEPNA/GNR, linhas SOS regionais, centros de recuperação, ICNF ou serviços veterinários.
Redacção|Fonte:SEPNA-Imagem:Wikipédia livre
Regiões
Atum-rabilho sobe e Carapau desce nas quotas de pesca para 2026
Decisão da União Europeia para 2026 aumenta a quota de pesca nacional de atum-rabilho e impõe um corte de 5% no carapau.
O acordo alcançado pelos ministros das Pescas da União Europeia sobre as oportunidades de pesca para 2026 combina cortes relevantes em várias espécies, como o carapau, com ganhos estratégicos para Portugal, em particular no atum-rabilho, cuja quota nacional aumenta 17%, num equilíbrio que tem impacto direto no sector das pescas do Algarve.
As decisões resultam de dois dias de negociações no Conselho de Ministros da Agricultura e Pescas da União Europeia (Agrifish) e definem os totais admissíveis de capturas (TAC) e os limites de esforço de pesca para as principais unidades populacionais geridas pela União Europeia no Atlântico, mar do Norte, Mediterrâneo, Báltico e mar Negro. Em alguns casos, o acordo inclui alertas sobre riscos para determinadas unidades populacionais em 2027 e 2028, segundo o comunicado europeu, datado de sexta-feira, 13 de dezembro.
Carapau com corte de 5% afeta frota portuguesa
Entre as espécies com maior impacto em Portugal está o carapau, fundamental para a frota nacional e particularmente relevante para o Algarve. Para 2026, a União Europeia aprovou uma redução de 5% nas capturas desta espécie nas águas portuguesas, no quadro da estratégia comunitária de gestão prudente do stock.
Outras espécies registam igualmente reduções. O lagostim enfrenta um corte de 23%, enquanto a solha/linguado (sole) fica com uma redução de 9%, depois de Portugal ter conseguido travar a proposta inicial da Comissão Europeia, que apontava para um corte de 28%.
A pesca de paloco deverá reduzir 13%. No caso da raia curva, o volume mantém-se inalterado, enquanto o pargo sofre uma redução ligeira, com perspectiva de recuperação nos anos seguintes, de acordo com o quadro europeu.
Para 2026, a União Europeia prevê ainda o fim da pesca total da anchova na área dos Açores, enquanto no sul da zona marítima portuguesa está definido um aumento significativo da quota, refletindo a melhoria do estado deste stock.
Atum-rabilho reforça quota nacional e garante estabilidade
Em sentido oposto aos cortes, Portugal garantiu ganhos relevantes em espécies estratégicas, resultado direto das negociações conduzidas pelo ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, e pelo secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro, em Bruxelas, nos dias 11 e 12 de dezembro.
No atum-rabilho, Portugal beneficia de um aumento de quota de 17%, passando a dispor de 747 toneladas. Trata-se de uma quota nacional, definida no âmbito da Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT), com impacto particular nas regiões ultraperiféricas, mas também relevante para a Madeira e o Algarve, segundo o Governo.
O reforço da quota é visto pelo executivo como um fator de estabilidade operativa e previsibilidade para o setor, numa pescaria de elevado valor económico e simbólico para várias comunidades piscatórias.
Relativamente às restantes espécies geridas pela ICCAT — como o espadarte, o atum-patudo, o atum-voador e a tintureira —, os limites de captura mantêm-se inalterados face a 2025, assegurando continuidade às frotas nacionais.
Bacalhau, goraz e peixe-espada-preto equilibram o balanço
As negociações permitiram ainda a Portugal garantir um aumento de cerca de 800 toneladas de bacalhau nos grandes bancos da Terra Nova, no Canadá, reforçando uma pescaria estruturante para o setor nacional.
No goraz, o governo decidiu eliminar em 2026 o corte de 3% inicialmente previsto, recorrendo ao mecanismo de flexibilidade interanual, tendo em conta a previsão de aumento das quotas em 2027, num contexto de recuperação gradual do stock.
Já no peixe-espada-preto, foi assegurada uma transferência de 150 toneladas de França para Portugal, estando ainda prevista a possibilidade de novos reforços ao longo do ano, resultado de um acordo bilateral no quadro europeu.
Portugal conseguiu igualmente aumentos de quota no areeiro, no biqueirão da costa ocidental e no biqueirão da área sul, reforçando um balanço que o governo considera positivo, apesar dos cortes aplicados a outras espécies.
O acordo aplica-se às unidades populacionais que a União Europeia gere de forma autónoma, em conjunto com países terceiros ou através de organizações regionais de gestão das pescas. O esforço de pesca é determinado pelo tamanho das embarcações, potência dos motores e número de dias de atividade.
Após a saída do Reino Unido da União Europeia, as unidades populacionais geridas em conjunto pela UE e pelo Reino Unido passaram a ser consideradas recursos partilhados ao abrigo do direito internacional, enquadramento que continua a influenciar as negociações anuais sobre quotas de pesca,
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Portugal deixa sinais claros de maturidade e crescimento competitivo em Lagoa
Os Europeus de Corta-Mato em Lagoa evidenciam a evolução competitiva de Portugal, com progressão coletiva, resultados de top-10 e uma medalha histórica.
Os Campeonatos da Europa de Corta-Mato de 2025, realizados hoje em Lagoa, no Parque Urbano do Parchal, deixaram um balanço amplamente positivo para Portugal, tanto do ponto de vista competitivo como organizativo.
Além da medalha de prata histórica na estafeta mista, inédita desde a introdução da disciplina em 2017, a seleção nacional apresentou uma evolução coletiva clara, com vários resultados de top-10 e progressão face à edição de Antalya 2024.
Num Europeu marcado por campos densos, percursos exigentes e elevado nível técnico, Portugal afirmou-se como uma seleção competitiva, consistente e com margem de crescimento para os próximos ciclos internacionais.
Esse crescimento ficou particularmente evidente na prova sénior masculina, em que Portugal alcançou o 5.º lugar coletivo, melhorando cinco posições em relação a Antalya 2024, onde havia terminado no 10.º posto. O resultado assume especial relevância num dos escalões mais competitivos do programa europeu.
Numa corrida marcada por forte intensidade desde as primeiras voltas, Etson Barros foi o melhor português em prova, ao terminar na 14.ª posição, com o tempo de 22:44. Miguel Moreira, campeão nacional de corta-mato em 2024, foi o segundo melhor luso, em 21.º, com 22:58. Rui Pinto terminou em 33.º, com 23:13, seguido de Alexandre Figueiredo, 45.º com 23:35, e João Amaro, 60.º, com 24:10. O campeão nacional português da disciplina não conseguiu concluir a corrida.
No plano coletivo, a prova foi dominada por Espanha, Irlanda e França, num desfecho decidido ao sprint no plano individual. O título europeu foi conquistado pelo espanhol Thierry Ndikumwenayo, que venceu com 22:05, batendo na reta final o francês Jimmy Gressier, segundo com 22:08. O suíço Dominic Lobalu completou o pódio, ao terminar em 22:23.
No final, Etson Barros fez uma análise exigente à sua prestação, sublinhando a leitura estratégica da corrida e a dureza psicológica da prova. «As primeiras duas voltas foram fáceis, com um ritmo não tão forte, mas tinha consciência de que os atletas que vinham atrás eram muito fortes. Comecei a sentir o ataque deles a partir da terceira volta».
O atleta explicou a opção tomada ao longo da corrida. «Arrisquei até aí e não me arrependo nada da forma como geri a corrida. Sofri até ao fim, tentei não perder lugares, mas no final já é muito a parte psicológica a funcionar».
Etson Barros destacou ainda as aprendizagens retiradas desta participação. «Temos de ser mais fortes psicologicamente nestas competições. Saio com boas indicações para as próximas provas de corta-mato. Os anteriores não me tinham corrido tão bem, mas são fases».
O fundista valorizou também o contexto competitivo em casa. «Foi bom correr em Portugal, treinamos bem aqui. Creio que conseguimos boas indicações para o que podem ser os próximos Campeonatos da Europa e para o que temos de fazer na preparação para, lá fora, também podermos lutar pelas medalhas».
Com um Europeu marcado pela evolução coletiva e pela medalha de prata na estafeta mista, Lagoa 2025 entra assim para a história do corta-mato português como um momento de afirmação competitiva e de reforço da ambição nacional no panorama europeu.
O orgulho de Domingos Castro
No final da competição, o presidente da Federação Portuguesa de Atletismo (FPA), Domingos Castro, fez também um balanço positivo da organização e dos resultados nacionais.
«Parabéns a toda a equipa, foram fantásticos, com uma organização perfeita. A nossa equipa portou-se extremamente bem, independentemente de um ou outro percalço, mas todos estiveram dentro das expectativas», afirmou.
O dirigente destacou ainda a prestação da estafeta mista. «Tenho de dar os parabéns à nossa equipa da estafeta, porque fizeram uma prova brilhante, com uma medalha de prata que nos orgulha»
Domingos Castro sublinhou o caráter jovem da seleção nacional e a perspectiva de continuidade. «Temos uma equipa bastante jovem, com muitos atletas muito jovens, com um futuro muito grande à frente deles»
Sobre o impacto global do Europeu, o presidente da FPA concluiu. «Atendendo a esta organização, com feedback muito positivo por parte de todas as federações, e com esta medalha de prata conquistada pela estafeta mista, acho que tudo isto nos permite terminar o ano de 2025 com uma felicidade imensa»
Cai assim o pano sobre a 31.ª edição dos Campeonatos da Europa de Corta-Mato. Dentro de um ano, Belgrado será a cidade anfitriã da próxima edição da competição.
Regiões
Miguel Salgueiro brilha no Troféu Internacional de Pista Bento Pessoa » Ciclismo + TV
A magia do ciclismo de pista regressou ao Velódromo Nacional para o primeiro de dois dias de competição. Tudo começou com o Troféu Internacional Bento Pessoa, no qual Miguel Salgueiro esteve em plano de evidência, tendo sido quem mais vezes festejou em Sangalhos.

Foto: FPC/Rodrigo Rodrigues
O ciclista elite da AP Hotels & Resorts/Tavira/SC Farense venceu a corrida por pontos, a eliminação e ainda o madison, este último com João Martins. Na restante corrida da elite masculina, o scratch, Daniel Dias (Rádio Popular/Paredes/Boavista) destacou-se dos demais.
Na elite feminina, por sua vez, não houve vencedoras repetidas. Melanie Dupin (UVCA Troyes) festejou na corrida por pontos, Maria Martins (Canyon-SRAM Zondacrypto) na eliminação, Patrícia Duarte (Atum General-Tavira-Maria Nova Hotel) no scratch e Daniela Campos e Beatriz Roxo no madison.
Nos juniores, que realizaram a penúltima etapa da respetiva Taça de Portugal, destaque para as vitórias de Bruna Gonçalves (Korpo Activo/Penacova) na eliminação e scratch femininos; Axular Aldazabal (Café Dromedario-Flotamet) na corrida por pontos e perseguição individual masculinos; Mikheili Khutchua (Geórgia) na eliminação e no scratch masculinos; Emília Baía (Korpo Activo/Penacova) na corrida por pontos feminina e Jessika Chan (Bulgária) n perseguição Individual feminina.
Nota ainda para os triunfos de Miguel Pacheco (Academia Efapel de Ciclismo) no paraciclismo, tanto na eliminação como no contrarrelógio.
Pódios do Troféu Internacional de Pista Bento Pessoa
Corrida por pontos (elite masculina)
1. Miguel Salgueiro (AP Hotels & Resorts/Tavira/SC Farense)
2. Gabriel Baptista (Technosylva Maglia Rower Bembibre)
3. Daniel Dias (Rádio Popular/Paredes/Boavista)
Corrida por pontos (elite feminina)
1. Melanie Dupin (UVCA Troyes)
2. Beatriz Roxo (Cantabria Deporte-Rio Mera)
3. Maria Martins (Canyon-SRAM Zondacrypto)
Corrida por pontos (juniores masculinos)
1. Axular Aldazabal (Café Dromedario-Flotamet)
2. Louca Maisonneuve (URT Velo 64)
3. José Paiva (Paredes/Reconco)
Corrida por pontos (juniores femininas)
1. Emília Baía (Korpo Activo/Penacova)
2. Jessika Chan (Bulgária)
3. Bruna Gonçalves (Korpo Activo/Penacova)
Eliminação (elite feminina)
1. Maria Martins (Canyon-SRAM Zondacrypto)
2. Melanie Dupin (UVCA Troyes)
3. Daniela Campos (Eneicat-CMTeam)
Eliminação (juniores femininas)
1. Bruna Gonçalves (Korpo Activo/Penacova)
2. Emília Baía (Korpo Activo/Penacova)
3. Jessika Chan (Bulgária)
Eliminação (juniores masculinos)
1. Mikheili Khutchua (Geórgia)
2. Alejandro Cervantes (El Nieto del Lobo-Nutriban)
3. Aratz Narbaiza (Cafe Dromedario-Flotamet)
Eliminação (elite masculina)
1. Miguel Salgueiro (AP Hotels & Resorts/Tavira/SC Farense)
2. Diogo Narciso (Credibom-LA Alumínios-Marcos CAR)
3. Sergio Serrano (Comunidad Valenciana)
Eliminação (paraciclismo)
1. Miguel Pacheco (Academia Efapel de Ciclismo)
2. Ander Albizu (Gipuzkoa)
3. Ângelo Correia (Academia Efapel de Ciclismo)
Contrarrelógio (paraciclismo)
1. Miguel Pacheco (Academia Efapel de Ciclismo)
2. Ander Albizu (Gipuzkoa)
3. Ângelo Correia (Academia Efapel de Ciclismo)
Perseguição individual (juniores femininas)
1. Jessika Chan (Bulgária)
2. Emília Baía (Korpo Activo/Penacova)
3. Bruna Gonçalves (Korpo Activo/Penacova)
Perseguição individual (juniores masculinos)
1. Axular Aldazabal (Cafe Dromedario-Flotamet)
2. Clement Zaia (Urt Velo 64)
3. Alejandro Cervantes (El Nieto Del Lobo-nutriban)
Scratch (juniores masculinos)
1. Mikheili Khutchua (Geórgia)
2. Alejandro Cervantes (El Nieto Del Lobo-nutriban)
3. Giorgi Gabrichidze (Geórgia)
Scratch (juniores femininas)
1. Bruna Gonçalves (Korpo Activo/Penacova)
2. Emília Baía (Korpo Activo/Penacova)
3. Maria Ginard (Illes Balears Arabay)
Scratch (elite feminina)
1. Patrícia Duarte (Atum General-Tavira-Maria Nova Hotel)
2. Maria Martins (Canyon-SRAM Zondacrypto)
3. Izaro Etxarri (Andoaingo Texirri)
Scratch (elite masculina)
1. Daniel Dias (Rádio Popular/Paredes/Boavista)
2. Mateo Duque (Argentina)
3. Miguel Salgueiro (AP Hotels & Resorts/Tavira/SC Farense)
Madison (elite feminina)
1. Daniela Campos e Beatriz Roxo
2. Sesma Geretti e Almudena Morales
3. Naya Mangas e Irati Michlena
Madison (elite masculina)
1. João Martins e Miguel Salgueiro
2. Gabriel Batpista e Daniel Dias
3. Diogo Narciso e Tim Wafler
Regiões
Seleção sénior feminina no top-10 coletivo do Europeu de Corta-Mato em Lagoa
A seleção portuguesa terminou no 10.º lugar coletivo na prova sénior feminina do Europeu de Corta-Mato, disputada hoje em Lagoa, após uma corrida de elevada exigência.
A seleção sénior feminina de Portugal terminou no 10.º lugar coletivo na prova sénior feminina dos Campeonatos da Europa de corta-mato, disputada no Parque Urbano do Parchal, em Lagoa, numa corrida marcada pela forte exigência competitiva desde o arranque.
Portugal entrou em prova com Mariana Machado como uma das atletas com legítimas perspectivas de discutir os lugares da frente, mas a corredora acabou por desistir sensivelmente a meio da corrida, num percurso particularmente duro.
Perante esse cenário, Laura Taborda foi a primeira portuguesa a cortar a meta, ao concluir a prova na 27.ª posição, com o tempo de 26:20. Seguiu-se Joana Vanessa Carvalho, 38.ª classificada, em 26:56. Ana Mafalda Ferreira terminou em 58.º, com 27:37, Neide Dias foi 61.ª, com 27:48, e Mónica Silva fechou a prestação portuguesa, no 68.º lugar, com 28:41.
No plano individual, confirmou-se o favoritismo da italiana Nadia Battocletti, que dominou a corrida e venceu com o tempo de 24:52. A britânica Megan Keith foi segunda, com 25:07, enquanto a turca Yasemin Can completou o pódio, ao terminar em 25:13. Coletivamente, a classificação foi dominada por Bélgica, Grã-Bretanha e França.
No final, Laura Taborda fez um balanço detalhado da sua prestação, sublinhando a gestão do esforço e o apoio do público ao longo do percurso. «No início senti-me bastante bem e não quis abusar logo após o arranque, porque sabia que ia acumular cansaço ao longo da prova», explicou.
A atleta destacou ainda a importância do ambiente vivido em Lagoa. «Fui ouvindo muitos incentivos ao longo da prova, uma motivação muito grande que me empurrava para tentar chegar à frente o máximo possível, sem estoirar», afirmou.
Taborda reconheceu as dificuldades sentidas na fase final da corrida. «Quando faltavam duas voltas até me sentia muito bem, mas depois comecei a sentir dificuldades nas subidas. Tentava alargar a passada nas descidas e ganhar posições, mas as duas últimas voltas foram em sofrimento», disse.
Apesar disso, destacou a evolução em relação a edições anteriores. «Melhorei sete lugares em relação ao ano passado, tentei chegar entre as 20 primeiras. Vou tentando melhorar ano a ano e subir um pouco mais», concluiu.
Fotos: FPA/ Sportmedia
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