Regiões
ALGARVE 2030 abre concurso de quatro milhões para qualificação e digitalização das PME
O Programa Regional ALGARVE 2030 lançou um concurso de 4 milhões para qualificar e digitalizar PME, com apoio FEDER até 50%, focado em inovação, eficiência e integração em cadeias de valor.
O Programa Regional ALGARVE 2030 abriu o Aviso ALGARVE-2025-36, com uma dotação de quatro milhões de euros destinada a apoiar micro, pequenas e médias empresas da região na qualificação, modernização e digitalização dos seus modelos de negócio. A medida foi lançada a 2 de dezembro de 2025.
O concurso é financiado pelo FEDER, com uma taxa máxima de cofinanciamento de 50%. O objetivo passa por reforçar a competitividade das empresas algarvias, promover inovação e estimular a integração em cadeias de valor nacionais e internacionais.
O aviso apoia projetos individuais que incluam investimentos em, pelo menos, dois domínios imateriais de competitividade. Entre esses domínios estão inovação organizacional, gestão e logística, digitalização e transformação digital, criação de marcas, design e desenvolvimento de novos produtos. A área digital inclui automação, inteligência artificial, big data, realidade virtual e aumentada e cibersegurança.
O apoio abrange também certificação da qualidade e sistemas de gestão, propriedade industrial, transferência de tecnologia, consultoria especializada, sustentabilidade e ecoinovação, com foco na eficiência energética e hídrica.
O investimento elegível mínimo por candidatura é de 100 mil euros. Cada operação pode ter a duração máxima de 24 meses.
O concurso decorre em duas fases: candidaturas até 31 de março de 2026 e, numa segunda fase, até 30 de junho de 2026, sempre até às 17h. As candidaturas são submetidas no Balcão dos Fundos, no Balcão 2030, e serão avaliadas segundo critérios de adequação estratégica, qualidade do projeto, capacidade de execução e impacto económico e regional.
A CCDR Algarve disponibiliza apoio à candidatura através da Linha dos Fundos, pelo número 800 10 35 10, ou por e-mail ([email protected]).
Foto: Bruno Filipe Pires
Regiões
Battocletti e Ndikumwenayo vencem Europeu de Corta-Mato em Lagoa
A italiana Nadia Battocletti e o espanhol Thierry Ndikumwenayo dominaram hoje os Campeonatos da Europa de Corta-Mato em Lagoa, numa edição marcada também pela medalha de prata histórica de Portugal na estafeta mista.
Battocletti e Ndikumwenayo confirmaram o favoritismo e conquistaram os títulos seniores na 31.ª edição dos Campeonatos da Europa de Corta-Mato, disputados no Parque Urbano do Parchal, em Lagoa, no Algarve, num Europeu que ficou igualmente assinalado por um momento histórico para a seleção portuguesa, este domingo, dia 14 de dezembro.
Na prova sénior feminina, Nadia Battocletti voltou a impor-se, ao conquistar o segundo título consecutivo neste escalão, depois de já ter dominado a especialidade em juniores e sub-23. A atleta italiana, de 25 anos, venceu com autoridade, em 24.52 minutos, confirmando o estatuto de uma das principais figuras do fundo europeu.
«Encarei a prova com a mesma mentalidade vencedora dos últimos anos. Como estive em Tóquio, estou aqui da mesma forma. Tem sido uma época incrível e foi muito bom conseguir revalidar o título europeu», afirmou Nadia Battocletti.
A italiana deixou a britânica Megan Keith no segundo lugar, a 15 segundos, e a turca Yasemin Can, recordista de triunfos na competição, com quatro títulos, no terceiro posto, a 21 segundos. Com esta vitória, Battocletti igualou os dois cetros das britânicas Paula Radcliffe e Hayley Yelling, bem como da irlandesa Fionnuala McCormack, ficando apenas atrás da norueguesa Karoline Bjerkeli Grovdal no palmarés histórico.
Na prova feminina, a principal esperança portuguesa, Mariana Machado, quinta classificada em seniores na edição anterior e medalhada em sub-23 e juniores, desistiu sensivelmente a meio da corrida. Laura Taborda foi a melhor portuguesa, ao terminar no 27.º lugar, a 1.28 minutos da vencedora.
«A prova estava a correr até faltarem duas voltas. Quebrei um bocadinho, mas, mesmo assim, ainda consegui manter-me no top-30. No ano passado fui 34.ª e queria melhorar esse lugar. Acabou por ser não muito positivo, mas suficientemente positivo», explicou Laura Taborda.
Coletivamente, Portugal terminou no 10.º lugar, com contributos de Joana Vanessa Carvalho, Ana Mafalda Ferreira, Neide Dias e Mónica Silva.
Ndikumwenayo sucede a Ingebrigtsen e trava ambição de Gressier
No setor masculino, o espanhol Thierry Ndikumwenayo conquistou o título europeu, ao impor-se na reta final ao francês Jimmy Gressier, num desfecho decidido ao sprint. Ndikumwenayo venceu em 22.05 minutos, menos três segundos do que Gressier, favorito à partida e que procurava juntar, em 2025, o título europeu de corta-mato ao de meia maratona e ao mundial dos 10.000 metros.
«Estou muito feliz por mim e por esta grande equipa. Nos últimos dias senti algumas dores, mas fiz a corrida sem tentar pensar nisso. Foi sofrido, aguentei e estou superfeliz pelas medalhas de ouro que conquistámos», afirmou Thierry Ndikumwenayo.
Gressier, antigo campeão sub-23, melhorou o bronze alcançado em seniores em 2021, deixando o suíço Dominic Lobalu no terceiro lugar, após uma luta intensa até à linha de meta com o britânico Scott Beattie, quarto classificado.
Etson Barros foi o melhor português, ao terminar em 14.º, a 39 segundos do vencedor, numa corrida em que José Carlos Pinto, campeão nacional da especialidade, abandonou praticamente a meio.


«Quis arriscar no início e estar na frente nas primeiras voltas. Senti-me bem, mas na terceira volta já fui sentindo o ritmo. Saio daqui com mentalidade em alta. Esta prova fez-me crescer e saio daqui com a vontade de trabalhar ainda mais», disse Etson Barros.
Portugal fechou a prova masculina com o 5.º lugar coletivo, o melhor resultado nacional em Lagoa, com Miguel Moreira, Rui Pinto, Alexandre Figueiredo e João Amaro a completarem a equipa. A vitória coletiva pertenceu à Espanha, à frente da Irlanda e da França.
Estafeta mista dá a Portugal uma medalha histórica
O momento mais marcante hoje para o país anfitrião surgiu na estafeta mista, prova introduzida apenas em 2017, em que Portugal conquistou a medalha de prata, a primeira de sempre neste formato, atrás da Itália, que garantiu o terceiro triunfo consecutivo.
Isaac Nader, campeão do mundo dos 1.500 metros, assumiu o último percurso e levou a estafeta portuguesa do quinto ao segundo lugar, culminando a recuperação iniciada por Salomé Afonso, após os percursos de Patrícia Silva e Rodrigo Lima.
O atleta algarvio chegou à ligeira subida da reta da meta já no segundo posto, depois de ultrapassar Bélgica, França e Reino Unido, sem conseguir alcançar Pietro Arese, que confirmou o triunfo italiano em 17.12 minutos, quatro segundos mais rápido do que Portugal.
Com este resultado, a Itália manteve o cetro na estafeta mista, enquanto Portugal somou a 60.ª medalha da sua história nos Europeus de corta-mato, reforçando um palmarés que inclui ainda o ouro conquistado por Jéssica Augusto, em 2010, em Albufeira.
Fitzgerald despede-se do escalão júnior com terceiro título
Nos escalões jovens, a britânica Innes Fitzgerald encerrou o seu percurso em sub-20 com o terceiro título consecutivo, repetindo os triunfos de 2023 e 2024 e igualando o feito da compatriota Stephanie Twell, única atleta a vencer três títulos no escalão entre 2006 e 2008.
No setor masculino sub-20, o belga Willem Renders conquistou o título europeu. Em sub-23, a espanhola María Forero e o irlandês Nicholas Griggs venceram depois de terem sido segundos classificados em 2024, em Antalya, num escalão em que o britânico Will Barnicoat, campeão em título, falhou o terceiro triunfo consecutivo.
A edição de Lagoa confirmou o elevado nível técnico do corta-mato europeu e consolidou Portugal como anfitrião de grandes competições continentais. Do ponto de vista desportivo, a medalha na estafeta mista, os resultados coletivos consistentes e a presença regular em lugares cimeiros reforçaram os sinais de crescimento competitivo da seleção nacional.
Fotos: European Athletics
Regiões
Atum-rabilho sobe e Carapau desce nas quotas de pesca para 2026
Decisão da União Europeia para 2026 aumenta a quota de pesca nacional de atum-rabilho e impõe um corte de 5% no carapau.
O acordo alcançado pelos ministros das Pescas da União Europeia sobre as oportunidades de pesca para 2026 combina cortes relevantes em várias espécies, como o carapau, com ganhos estratégicos para Portugal, em particular no atum-rabilho, cuja quota nacional aumenta 17%, num equilíbrio que tem impacto direto no sector das pescas do Algarve.
As decisões resultam de dois dias de negociações no Conselho de Ministros da Agricultura e Pescas da União Europeia (Agrifish) e definem os totais admissíveis de capturas (TAC) e os limites de esforço de pesca para as principais unidades populacionais geridas pela União Europeia no Atlântico, mar do Norte, Mediterrâneo, Báltico e mar Negro. Em alguns casos, o acordo inclui alertas sobre riscos para determinadas unidades populacionais em 2027 e 2028, segundo o comunicado europeu, datado de sexta-feira, 13 de dezembro.
Carapau com corte de 5% afeta frota portuguesa
Entre as espécies com maior impacto em Portugal está o carapau, fundamental para a frota nacional e particularmente relevante para o Algarve. Para 2026, a União Europeia aprovou uma redução de 5% nas capturas desta espécie nas águas portuguesas, no quadro da estratégia comunitária de gestão prudente do stock.
Outras espécies registam igualmente reduções. O lagostim enfrenta um corte de 23%, enquanto a solha/linguado (sole) fica com uma redução de 9%, depois de Portugal ter conseguido travar a proposta inicial da Comissão Europeia, que apontava para um corte de 28%.
A pesca de paloco deverá reduzir 13%. No caso da raia curva, o volume mantém-se inalterado, enquanto o pargo sofre uma redução ligeira, com perspectiva de recuperação nos anos seguintes, de acordo com o quadro europeu.
Para 2026, a União Europeia prevê ainda o fim da pesca total da anchova na área dos Açores, enquanto no sul da zona marítima portuguesa está definido um aumento significativo da quota, refletindo a melhoria do estado deste stock.
Atum-rabilho reforça quota nacional e garante estabilidade
Em sentido oposto aos cortes, Portugal garantiu ganhos relevantes em espécies estratégicas, resultado direto das negociações conduzidas pelo ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, e pelo secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro, em Bruxelas, nos dias 11 e 12 de dezembro.
No atum-rabilho, Portugal beneficia de um aumento de quota de 17%, passando a dispor de 747 toneladas. Trata-se de uma quota nacional, definida no âmbito da Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT), com impacto particular nas regiões ultraperiféricas, mas também relevante para a Madeira e o Algarve, segundo o Governo.
O reforço da quota é visto pelo executivo como um fator de estabilidade operativa e previsibilidade para o setor, numa pescaria de elevado valor económico e simbólico para várias comunidades piscatórias.
Relativamente às restantes espécies geridas pela ICCAT — como o espadarte, o atum-patudo, o atum-voador e a tintureira —, os limites de captura mantêm-se inalterados face a 2025, assegurando continuidade às frotas nacionais.
Bacalhau, goraz e peixe-espada-preto equilibram o balanço
As negociações permitiram ainda a Portugal garantir um aumento de cerca de 800 toneladas de bacalhau nos grandes bancos da Terra Nova, no Canadá, reforçando uma pescaria estruturante para o setor nacional.
No goraz, o governo decidiu eliminar em 2026 o corte de 3% inicialmente previsto, recorrendo ao mecanismo de flexibilidade interanual, tendo em conta a previsão de aumento das quotas em 2027, num contexto de recuperação gradual do stock.
Já no peixe-espada-preto, foi assegurada uma transferência de 150 toneladas de França para Portugal, estando ainda prevista a possibilidade de novos reforços ao longo do ano, resultado de um acordo bilateral no quadro europeu.
Portugal conseguiu igualmente aumentos de quota no areeiro, no biqueirão da costa ocidental e no biqueirão da área sul, reforçando um balanço que o governo considera positivo, apesar dos cortes aplicados a outras espécies.
O acordo aplica-se às unidades populacionais que a União Europeia gere de forma autónoma, em conjunto com países terceiros ou através de organizações regionais de gestão das pescas. O esforço de pesca é determinado pelo tamanho das embarcações, potência dos motores e número de dias de atividade.
Após a saída do Reino Unido da União Europeia, as unidades populacionais geridas em conjunto pela UE e pelo Reino Unido passaram a ser consideradas recursos partilhados ao abrigo do direito internacional, enquadramento que continua a influenciar as negociações anuais sobre quotas de pesca,
Regiões
Portugal deixa sinais claros de maturidade e crescimento competitivo em Lagoa
Os Europeus de Corta-Mato em Lagoa evidenciam a evolução competitiva de Portugal, com progressão coletiva, resultados de top-10 e uma medalha histórica.
Os Campeonatos da Europa de Corta-Mato de 2025, realizados hoje em Lagoa, no Parque Urbano do Parchal, deixaram um balanço amplamente positivo para Portugal, tanto do ponto de vista competitivo como organizativo.
Além da medalha de prata histórica na estafeta mista, inédita desde a introdução da disciplina em 2017, a seleção nacional apresentou uma evolução coletiva clara, com vários resultados de top-10 e progressão face à edição de Antalya 2024.
Num Europeu marcado por campos densos, percursos exigentes e elevado nível técnico, Portugal afirmou-se como uma seleção competitiva, consistente e com margem de crescimento para os próximos ciclos internacionais.
Esse crescimento ficou particularmente evidente na prova sénior masculina, em que Portugal alcançou o 5.º lugar coletivo, melhorando cinco posições em relação a Antalya 2024, onde havia terminado no 10.º posto. O resultado assume especial relevância num dos escalões mais competitivos do programa europeu.
Numa corrida marcada por forte intensidade desde as primeiras voltas, Etson Barros foi o melhor português em prova, ao terminar na 14.ª posição, com o tempo de 22:44. Miguel Moreira, campeão nacional de corta-mato em 2024, foi o segundo melhor luso, em 21.º, com 22:58. Rui Pinto terminou em 33.º, com 23:13, seguido de Alexandre Figueiredo, 45.º com 23:35, e João Amaro, 60.º, com 24:10. O campeão nacional português da disciplina não conseguiu concluir a corrida.
No plano coletivo, a prova foi dominada por Espanha, Irlanda e França, num desfecho decidido ao sprint no plano individual. O título europeu foi conquistado pelo espanhol Thierry Ndikumwenayo, que venceu com 22:05, batendo na reta final o francês Jimmy Gressier, segundo com 22:08. O suíço Dominic Lobalu completou o pódio, ao terminar em 22:23.
No final, Etson Barros fez uma análise exigente à sua prestação, sublinhando a leitura estratégica da corrida e a dureza psicológica da prova. «As primeiras duas voltas foram fáceis, com um ritmo não tão forte, mas tinha consciência de que os atletas que vinham atrás eram muito fortes. Comecei a sentir o ataque deles a partir da terceira volta».
O atleta explicou a opção tomada ao longo da corrida. «Arrisquei até aí e não me arrependo nada da forma como geri a corrida. Sofri até ao fim, tentei não perder lugares, mas no final já é muito a parte psicológica a funcionar».
Etson Barros destacou ainda as aprendizagens retiradas desta participação. «Temos de ser mais fortes psicologicamente nestas competições. Saio com boas indicações para as próximas provas de corta-mato. Os anteriores não me tinham corrido tão bem, mas são fases».
O fundista valorizou também o contexto competitivo em casa. «Foi bom correr em Portugal, treinamos bem aqui. Creio que conseguimos boas indicações para o que podem ser os próximos Campeonatos da Europa e para o que temos de fazer na preparação para, lá fora, também podermos lutar pelas medalhas».
Com um Europeu marcado pela evolução coletiva e pela medalha de prata na estafeta mista, Lagoa 2025 entra assim para a história do corta-mato português como um momento de afirmação competitiva e de reforço da ambição nacional no panorama europeu.
O orgulho de Domingos Castro
No final da competição, o presidente da Federação Portuguesa de Atletismo (FPA), Domingos Castro, fez também um balanço positivo da organização e dos resultados nacionais.
«Parabéns a toda a equipa, foram fantásticos, com uma organização perfeita. A nossa equipa portou-se extremamente bem, independentemente de um ou outro percalço, mas todos estiveram dentro das expectativas», afirmou.
O dirigente destacou ainda a prestação da estafeta mista. «Tenho de dar os parabéns à nossa equipa da estafeta, porque fizeram uma prova brilhante, com uma medalha de prata que nos orgulha»
Domingos Castro sublinhou o caráter jovem da seleção nacional e a perspectiva de continuidade. «Temos uma equipa bastante jovem, com muitos atletas muito jovens, com um futuro muito grande à frente deles»
Sobre o impacto global do Europeu, o presidente da FPA concluiu. «Atendendo a esta organização, com feedback muito positivo por parte de todas as federações, e com esta medalha de prata conquistada pela estafeta mista, acho que tudo isto nos permite terminar o ano de 2025 com uma felicidade imensa»
Cai assim o pano sobre a 31.ª edição dos Campeonatos da Europa de Corta-Mato. Dentro de um ano, Belgrado será a cidade anfitriã da próxima edição da competição.
Regiões
Miguel Salgueiro brilha no Troféu Internacional de Pista Bento Pessoa » Ciclismo + TV
A magia do ciclismo de pista regressou ao Velódromo Nacional para o primeiro de dois dias de competição. Tudo começou com o Troféu Internacional Bento Pessoa, no qual Miguel Salgueiro esteve em plano de evidência, tendo sido quem mais vezes festejou em Sangalhos.

Foto: FPC/Rodrigo Rodrigues
O ciclista elite da AP Hotels & Resorts/Tavira/SC Farense venceu a corrida por pontos, a eliminação e ainda o madison, este último com João Martins. Na restante corrida da elite masculina, o scratch, Daniel Dias (Rádio Popular/Paredes/Boavista) destacou-se dos demais.
Na elite feminina, por sua vez, não houve vencedoras repetidas. Melanie Dupin (UVCA Troyes) festejou na corrida por pontos, Maria Martins (Canyon-SRAM Zondacrypto) na eliminação, Patrícia Duarte (Atum General-Tavira-Maria Nova Hotel) no scratch e Daniela Campos e Beatriz Roxo no madison.
Nos juniores, que realizaram a penúltima etapa da respetiva Taça de Portugal, destaque para as vitórias de Bruna Gonçalves (Korpo Activo/Penacova) na eliminação e scratch femininos; Axular Aldazabal (Café Dromedario-Flotamet) na corrida por pontos e perseguição individual masculinos; Mikheili Khutchua (Geórgia) na eliminação e no scratch masculinos; Emília Baía (Korpo Activo/Penacova) na corrida por pontos feminina e Jessika Chan (Bulgária) n perseguição Individual feminina.
Nota ainda para os triunfos de Miguel Pacheco (Academia Efapel de Ciclismo) no paraciclismo, tanto na eliminação como no contrarrelógio.
Pódios do Troféu Internacional de Pista Bento Pessoa
Corrida por pontos (elite masculina)
1. Miguel Salgueiro (AP Hotels & Resorts/Tavira/SC Farense)
2. Gabriel Baptista (Technosylva Maglia Rower Bembibre)
3. Daniel Dias (Rádio Popular/Paredes/Boavista)
Corrida por pontos (elite feminina)
1. Melanie Dupin (UVCA Troyes)
2. Beatriz Roxo (Cantabria Deporte-Rio Mera)
3. Maria Martins (Canyon-SRAM Zondacrypto)
Corrida por pontos (juniores masculinos)
1. Axular Aldazabal (Café Dromedario-Flotamet)
2. Louca Maisonneuve (URT Velo 64)
3. José Paiva (Paredes/Reconco)
Corrida por pontos (juniores femininas)
1. Emília Baía (Korpo Activo/Penacova)
2. Jessika Chan (Bulgária)
3. Bruna Gonçalves (Korpo Activo/Penacova)
Eliminação (elite feminina)
1. Maria Martins (Canyon-SRAM Zondacrypto)
2. Melanie Dupin (UVCA Troyes)
3. Daniela Campos (Eneicat-CMTeam)
Eliminação (juniores femininas)
1. Bruna Gonçalves (Korpo Activo/Penacova)
2. Emília Baía (Korpo Activo/Penacova)
3. Jessika Chan (Bulgária)
Eliminação (juniores masculinos)
1. Mikheili Khutchua (Geórgia)
2. Alejandro Cervantes (El Nieto del Lobo-Nutriban)
3. Aratz Narbaiza (Cafe Dromedario-Flotamet)
Eliminação (elite masculina)
1. Miguel Salgueiro (AP Hotels & Resorts/Tavira/SC Farense)
2. Diogo Narciso (Credibom-LA Alumínios-Marcos CAR)
3. Sergio Serrano (Comunidad Valenciana)
Eliminação (paraciclismo)
1. Miguel Pacheco (Academia Efapel de Ciclismo)
2. Ander Albizu (Gipuzkoa)
3. Ângelo Correia (Academia Efapel de Ciclismo)
Contrarrelógio (paraciclismo)
1. Miguel Pacheco (Academia Efapel de Ciclismo)
2. Ander Albizu (Gipuzkoa)
3. Ângelo Correia (Academia Efapel de Ciclismo)
Perseguição individual (juniores femininas)
1. Jessika Chan (Bulgária)
2. Emília Baía (Korpo Activo/Penacova)
3. Bruna Gonçalves (Korpo Activo/Penacova)
Perseguição individual (juniores masculinos)
1. Axular Aldazabal (Cafe Dromedario-Flotamet)
2. Clement Zaia (Urt Velo 64)
3. Alejandro Cervantes (El Nieto Del Lobo-nutriban)
Scratch (juniores masculinos)
1. Mikheili Khutchua (Geórgia)
2. Alejandro Cervantes (El Nieto Del Lobo-nutriban)
3. Giorgi Gabrichidze (Geórgia)
Scratch (juniores femininas)
1. Bruna Gonçalves (Korpo Activo/Penacova)
2. Emília Baía (Korpo Activo/Penacova)
3. Maria Ginard (Illes Balears Arabay)
Scratch (elite feminina)
1. Patrícia Duarte (Atum General-Tavira-Maria Nova Hotel)
2. Maria Martins (Canyon-SRAM Zondacrypto)
3. Izaro Etxarri (Andoaingo Texirri)
Scratch (elite masculina)
1. Daniel Dias (Rádio Popular/Paredes/Boavista)
2. Mateo Duque (Argentina)
3. Miguel Salgueiro (AP Hotels & Resorts/Tavira/SC Farense)
Madison (elite feminina)
1. Daniela Campos e Beatriz Roxo
2. Sesma Geretti e Almudena Morales
3. Naya Mangas e Irati Michlena
Madison (elite masculina)
1. João Martins e Miguel Salgueiro
2. Gabriel Batpista e Daniel Dias
3. Diogo Narciso e Tim Wafler
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