Área Metropolitana do Porto
Fim de Semana Gastronómico em Resende: anho assado, cavacas, cerejas e visitas a quintas de 22 a 24 de maio
O Fim de Semana Gastronómico de Resende decorre de 22 a 24 de maio, convidando residentes e visitantes a saborear o anho assado nos restaurantes aderentes, bem como outros sabores locais como as cavacas de Resende e as cerejas – produto de excelência da região.
Restaurantes aderentes (oferta de copo de boas-vindas com escolha da ementa de anho assado):
- Restaurante do Marina Hotel & Spa (254 870 700)
- Restaurante Douro à Vista (254 877 900)
- Restaurante Paga Tú (254 878 178)
- Hotel Comércio (254 874 105)
- Restaurante Fonte Luminosa (925 125 203)
- Douro Marina Hotel & Spa (254 870 700)
- Restaurante D. Maria (938 216 224)
- Quinta de S. Pedro (919 666 339)
- Restaurante O Bom Sabor da Nela (933 320 339)
- Quinta do Fojo (936 063 288)
- Churrasqueira Pepitos (915 803 986)
- Vald’Arêgos (913 838 486)
Alojamentos parceiros (desconto de 10% nas noites de 22 e 23 de maio):
- Hotel Comércio (254 874 105)
- Douro Marina Hotel & Spa (254 870 700)
- Quinta de S. Pedro (919 666 339)
- Quinta do Fojo (936 063 288)
- Vald’Arêgos (913 838 486)
Programa adicional:
- Visitas gratuitas ao Museu Municipal de Resende
- Romaria ao 4.º Domingo de Maio, em Cárquere
- Visitas a quintas e adegas (marcação prévia obrigatória):
- Quinta da Massôrra (965 053 820)
- Quinta do Formigal (938 577 456)
- Quinta das Fontaltas (916 416 954)
- Terrus Douro (918 627 605 / 935 381 726)
- Quinta de Fornelos (917 930 333)
A iniciativa promete “uma experiência única de sabores, tradições e cultura”.

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Área Metropolitana do Porto
Custódio Costa: o escritor de Penafiel que explora a ética, a memória e os limites da tecnologia no Universo MANNIX
Natural de Penafiel e residente em Paredes, Custódio Costa, 57 anos, construiu uma obra literária que não se limita a antecipar futuros tecnológicos. Antes, parte da vida real – das comunidades que observou, dos ritmos humanos e das formas concretas de convivência – para questionar o impacto da inovação na identidade e na responsabilidade humana. “A minha relação com estes territórios não é apenas geográfica, é formativa”, afirma.
Autor de três publicações integradas no Universo MANNIX – um ciclo de ficção especulativa que explora a memória, a identidade e o conflito entre o desejo de correção total e os limites que mantêm a condição humana –, Custódio Costa escreve sobre tecnologia, ética e o impacto da inovação na vida humana.
A inquietação que precede a tecnologia
Questionado sobre o que o levou a interessar-se por estas questões, Custódio Costa responde: “A verdade é que o ponto de partida nunca foi a tecnologia, foi sempre a vida real. Cresci a observar pessoas, comunidades, relações próximas, onde cada decisão tinha um peso e cada erro tinha consequências assumidas.”
“Hoje vejo um movimento diferente. Vivemos rodeados de sistemas que nos prometem facilitar tudo, organizar tudo, até decidir por nós. E isso levanta uma questão que me acompanha: se deixamos de decidir, deixamos também de ser responsáveis?”
Um convite a olhar com mais atenção
Sobre o Universo MANNIX, o autor explica que “não é um futuro distante. É, muitas vezes, uma leitura mais nítida do presente. Algumas coisas que parecem ficção já estão a acontecer, de forma silenciosa: decisões automáticas, confiança em sistemas que parecem neutros, a ideia de que tudo pode ser corrigido.”
“O Universo MANNIX não é um aviso dramático, é um convite a olhar com mais atenção. Porque o risco não está nas máquinas, está na facilidade com que podemos deixar de questionar.”
O maior desafio da sociedade: não perder o que nos torna humanos
Para Custódio Costa, o maior desafio da sociedade atual é “não perder aquilo que nos torna humanos: a dúvida, a pausa, a capacidade de hesitar”. “Hoje tudo tende a ser rápido, direto, eficiente. Mas a vida das pessoas nunca funcionou assim. É feita de tentativas, de erros, de decisões difíceis. Se eliminarmos isso, tudo pode parecer mais simples, mas também mais vazio de responsabilidade. O problema não é a tecnologia evoluir, é nós deixarmos de sentir que temos um papel insubstituível nas decisões.”
O que espera que os leitores sintam?
“Gostava que o leitor ficasse um pouco inquieto, no bom sentido. Não desconfortável ao ponto de rejeitar, mas ao ponto de pensar. Não escrevo para dar respostas. Escrevo para que algumas perguntas não desapareçam.”
“Se alguém terminar um livro e, dias depois, ainda estiver a pensar numa ideia, numa dúvida, numa decisão… então já valeu a pena. Porque a leitura prolongou-se para a vida.”
Novos projetos: turismo religioso e micronarrativas
Custódio Costa revela que, para além do Universo MANNIX, tem vindo a desenvolver dois livros sobre turismo religioso nos concelhos de Paredes e Penafiel, cruzando património, vivência comunitária e leitura cultural do espaço. “São projetos que considero relevantes para a valorização do património imaterial destes territórios.”
Em 2025, participou em vários concursos de micronarrativas (em Paredes, Braga, Lamego e Lousada), tendo desses textos muito curtos nascido projetos mais amplos. A partir dessas ideias desenvolveu três livros: “O Coração e o Caminho” , “O Jardim de Jasmim” e “O Imperativo Categórico” . Embora tenham sido escritos em 2025, só agora será possível avançar para a sua publicação. São obras que não pertencem diretamente ao Universo MANNIX, mas dialogam com as mesmas inquietações: escolha, limite, memória e responsabilidade.
“Neste momento estou mais interessado em dar tempo e consistência a estes projetos do que em acelerar novas continuidades, deixando que cada livro encontre o seu próprio ritmo e o seu lugar.”
Fotografia: DR
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Festival PANOS de teatro juvenil decorre no CCP – Centro Cultural de Paredes de 22 a 24 de maio com textos de Ana Markl, Joaquim Arena e Mariana Jones
O PANOS – palcos novos palavras novas, iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II que promove o teatro juvenil em Portugal, decorre entre os dias 22 e 24 de maio no CCP – Centro Cultural de Paredes, apresentando, nesta edição, textos originais de Ana Markl, Joaquim Arena e Mariana Jones.
Criado em 2005, o PANOS dirige-se a jovens entre os 12 e os 19 anos e tem como principal objetivo aproximar a criação teatral do público, promovendo um diálogo contínuo entre ler e fazer teatro. Coordenado por Sandro William Junqueira, o projeto desenvolve-se de forma descentralizada, envolvendo escolas, associações e grupos municipais de todo o país.
Esta edição conta com a participação direta de 121 jovens, divididos por seis grupos de teatro oriundos de vários pontos de Portugal. As peças selecionadas sobem aos palcos do Grande Auditório e do Pequeno Auditório do Centro Cultural. O dinamismo do festival estende-se também à Paredes Arena, que funcionará como local de convívio dos participantes, com zona lounge, matraquilhos, mesas de ping-pong e uma festa no sábado à noite.
Programa:
Sexta-feira, 22 de maio
- 18h00 (Pequeno Auditório) – “O Meu Pai Carlitos” , de Joaquim Arena – Outros Trevos (Portalegre)
- 21h00 (Grande Auditório) – “Insegura – Uma Tragédia de Enganos” , de Ana Markl – Grupo de Teatro Infantojuvenil RecreArte (Marinha Grande)
Sábado, 23 de maio
- 16h00 (Foyer) – Lançamento do livro oficial que reúne os textos da edição PANOS 2026
- 18h00 (Pequeno Auditório) – “Insegura – Uma Tragédia de Enganos” , de Ana Markl – Sol d’Alma – Associação de Teatro (Válega)
- 21h00 (Grande Auditório) – “Olívia” , de Mariana Jones – Art’J – Escola Profissional de Artes Performativas da Jobra (Branca)
- 22h30 (Paredes Arena) – Festa dos grupos participantes com o mágico Tiago Sousa (paredense) e o DJ Hélio (paredense)
Domingo, 24 de maio
- 18h00 (Pequeno Auditório) – “Olívia” , de Mariana Jones – Ateatra (Vila Nova de Santo André)
- 21h00 (Grande Auditório) – “Insegura – Uma Tragédia de Enganos” , de Ana Markl – Escola Secundária Dr. Ginestal Machado (Santarém)
Sobre o PANOS
Em cada edição, o Teatro Nacional D. Maria II encomenda textos originais a autores contemporâneos. Nesta 18.ª edição, participaram 50 grupos de teatro juvenil que trabalharam a partir dos textos de Ana Markl, Joaquim Arena e Mariana Jones. Um júri selecionou seis criações para apresentação no festival.
O PANOS é uma iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II e da Fundação ”la Caixa” , em colaboração com o BPI e em parceria com o Município de Paredes / CCP – Centro Cultural de Paredes.
Entrada gratuita (bilhetes disponíveis na bilheteira do CCP).
Fotografia: TNDMII
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Dia do Sapador Florestal: Amarante investiu 174 mil euros na limpeza de 116 hectares para prevenção de incêndios
O Município de Amarante assinalou o Dia do Sapador Florestal (21 de maio) sublinhando a importância do trabalho desenvolvido diariamente pelos sapadores florestais na defesa, proteção e preservação da floresta e do território.
Neste âmbito, em áreas da responsabilidade municipal, foram já executados cerca de 116 hectares de limpeza e gestão de combustível no âmbito do Programa Municipal de Execução, representando um investimento de cerca de 174 mil euros em 2026.
Paralelamente, têm sido promovidas diversas ações de sensibilização junto da população, escolas e agentes locais, com o objetivo de fomentar boas práticas de proteção da floresta, reforçar a consciencialização para comportamentos de risco e incentivar uma cultura de prevenção.
Os sapadores florestais desempenham um papel essencial na prevenção de incêndios rurais, na gestão e manutenção dos espaços florestais, bem como na vigilância e sensibilização das populações, contribuindo de forma decisiva para a segurança de pessoas, bens e património natural.
O Município de Amarante reafirma o compromisso com a defesa da floresta, a valorização do território e a promoção de políticas de prevenção e sensibilização, consideradas essenciais para a preservação dos recursos naturais, a segurança das populações e a sustentabilidade ambiental do concelho.
Fotografia: CM de Amarante
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Museu Municipal de Resende assinalou Dia Internacional dos Museus com mostra de ofícios, workshop de culinária e concerto
O Museu Municipal de Resende assinalou o Dia Internacional dos Museus (18 de maio) com um conjunto de iniciativas que celebraram a cultura, os saberes tradicionais e a identidade local, proporcionando à comunidade um dia marcado pela partilha e pelo convívio.
Ao longo do dia, os visitantes tiveram oportunidade de assistir à mostra de ofícios e labores, com a participação de artesãos ligados à cestaria, olaria, escultura, bordado e tecelagem, valorizando técnicas e traditions que fazem parte do património cultural do concelho.
O programa integrou ainda um workshop de culinária e uma prova de vinhos, momentos que promoveram os produtos e os sabores da região, reforçando a ligação entre património, gastronomia e território.



As comemorações culminaram, à noite, com o concerto “Mendel – Showcase 2” , que trouxe música e animação ao Museu Municipal, encerrando de forma especial esta celebração dedicada aos museus enquanto espaços de preservação, educação e encontro entre gerações.
O Dia Internacional dos Museus foi criado em 1977 pelo ICOM – Conselho Internacional de Museus, sendo celebrado anualmente a 18 de maio.
Fotografias: Município de Resende
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