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Caretos de Murçós atuam na Queima do Maio em Recarei com esconjuro e queimada tradicional

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Caretos de Murçós atuam na Queima do Maio em Recarei com esconjuro e queimada tradicional


A Queima do Maio de 2026 em Recarei, Paredes, promete ser ainda mais especial com a atuação dos Caretos de Murçós, que vão abrilhantar a celebração com um Esconjuro carregado de simbolismo, barulho e cor, no dia 30 de abril, na Praceta 25 de Abril (junto ao cemitério), a partir das 21h00.

A organização do evento, promovida pelo Rancho Folclórico da Casa do Povo de Recarei e pela Associação GENOA, com o apoio da Junta de Freguesia de Paredes e outras entidades locais, anunciou que o grupo dos Caretos de Murçós (Viver Mais Murçós Associação) vai recriar um ritual ancestral de afugentação dos maus espíritos, invocando proteção sobre a comunidade e a fertilidade da terra.

O ponto alto acontecerá no final do esconjuro, com uma Queimada tradicional preparada ao vivo, cujo conteúdo será oferecido a todos os presentes. Após o brinde ritual, os caretos convidam a assistência a dançar em roda ao redor da grande fogueira da Queima do Maio, num momento de comunhão, celebração e preservação das tradições populares.

“Vamos unir a força do Maio à energia dos caretos. Será uma noite de fogo, folclore e memória coletiva. Toda a gente vai dançar connosco à volta da fogueira”, adianta um dos elementos do grupo.

O evento tem entrada livre. A organização recomenda a todos que levem ânimo e respeito pelos trajes e rituais representados.

Recorde-se que a Queima do Maio é um ritual de origem pré-cristã, celebrado na véspera do Dia de Maio, que simboliza a purificação e o fim do Inverno. O “Maio” – um boneco feito de trapos, palha e roupas velhas – representa tudo o que é velho, mau ou desagradável no ano que passou. Ao queimá-lo, a comunidade purifica-se, renova as energias e pede boas colheitas, saúde e fertilidade.

Os Caretos de Murçós atuam na Queima do Maio em Recarei (Paredes) a 30 de abril, com um esconjuro, queimada tradicional e dança em roda à volta da fogueira, a partir das 21h00, na Praceta 25 de Abril.

Fotografias: DR / Rancho Folclórico da Casa do Povo de Recarei / Caretos de Murçós

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ULS Tâmega e Sousa assinalou Dia da Reabilitação Respiratória com exposição de cartazes informativos

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ULS Tâmega e Sousa assinalou Dia da Reabilitação Respiratória com exposição de cartazes informativos


A área da Fisioterapia da Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa (ULSTS) dinamizou uma iniciativa de literacia em saúde no âmbito do Dia da Reabilitação Respiratória, assinalado a 21 de abril, através de uma exposição de cartazes informativos dirigida à comunidade.

A atividade teve como principal objetivo sensibilizar para a importância da reabilitação respiratória na prevenção e gestão das doenças respiratórias, bem como dar visibilidade ao papel dos fisioterapeutas que atuam na área cardiorrespiratória.

Ao longo da exposição, foi possível conhecer:

  • O que é a reabilitação respiratória e quem pode beneficiar
  • O papel do fisioterapeuta na avaliação, tratamento e acompanhamento
  • A importância da literacia em saúde na adesão ao tratamento
  • Mitos e verdades sobre a saúde respiratória

A reabilitação respiratória é uma das intervenções não farmacológicas mais eficazes, contribuindo para a melhoria da função pulmonar, da capacidade física e da qualidade de vida das pessoas com doença respiratória, como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) , a asma, a fibrose quística e as sequelas pós-COVID-19.

Porque “compreender a doença é o primeiro passo para a controlar”, esta iniciativa reforça a importância de uma participação ativa de todos: profissionais, doentes e comunidade.

A ULSTS assinalou o Dia da Reabilitação Respiratória com uma exposição de cartazes informativos sobre o papel do fisioterapeuta, mitos e verdades e a importância da literacia em saúde na gestão de doenças respiratórias.

Fotografias: Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa (ULSTS)

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Banda de Música de Vilela celebrou 25 de Abril em concerto no Grande Auditório do CCP em Paredes

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Banda de Música de Vilela celebrou 25 de Abril em concerto no Grande Auditório do CCP em Paredes


O Grande Auditório do CCP – Centro Cultural de Paredes recebeu na noite de sexta-feira, 24 de abril, o Concerto da Banda de Música de Vilela, integrado nas comemorações do 52.º aniversário do 25 de Abril.

O espetáculo contou com a participação do Conservatório de Música de Paredes e do Coro Feminino do Conservatório de Música de Paredes, numa noite dedicada à celebração da liberdade através da música.

A iniciativa reforçou o papel das coletividades musicais do concelho na preservação da memória de Abril e na promoção da cultura e do associativismo local.

A Banda de Música de Vilela, com o Conservatório de Música de Paredes e o seu Coro Feminino, atuou no CCP em Paredes na noite de 24 de abril, nas comemorações do 25 de Abril.

Fotografias: CM de Paredes

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“Andar no Laréu” regressa a Oliveira de 1 a 3 de maio com música, dança, artesanato e jogos tradicionais

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“Andar no Laréu” regressa a Oliveira de 1 a 3 de maio com música, dança, artesanato e jogos tradicionais


Música, dança, artesanato e jogos tradicionais vão transformar Oliveira (Amarante) num espaço de criatividade e interação comunitária entre os dias 1 e 3 de maio, com mais uma edição do “Andar no Laréu” .

Programa

A abertura acontece na sexta-feira, 1 de maio (feriado) , com o “Mercado ao Léu” , um espaço de mostra e venda que assinala o arranque de um fim de semana repleto de animação e atuações ao vivo, com propostas para todas as idades e gostos.

Cartaz musical:

  • Cantora Lea
  • As Leonores
  • António e Carolina
  • DJ Malheiro
  • Tuna da Universidade Sénior (Polo de Vila Meã)
  • Rancho Folclórico de Santa Cruz de Vila Meã
  • Grupo de Cantares e Danças de Santa Cruz de Ribatâmega
  • Cavaquinhos de Vila Meã

Atividades desportivas e solidárias

O programa integra ainda atividades desportivas e de bem-estar, como:

  • Aula de Pilates
  • Mega Aula de Ginástica
  • Caminhada Solidária “Todos pela Ariana” – no dia 1 de maio, às 10h30

Para o presidente da Câmara Municipal de Amarante, Jorge Ricardo, “esta iniciativa insere-se na estratégia do Município de Amarante na valorização do território, promoção das tradições locais e dinamização da vida comunitária, reforçando a importância da participação ativa das associações e da população na construção de uma comunidade mais coesa, inclusiva e participativa”.

Participação comunitária

Com um forte caráter intergeracional, o evento destaca-se pela participação ativa de várias associações e coletividades locais, nomeadamente as Comissões de Festas de Real, Ataíde e Oliveira, o Grupo de Jovens, Associações, Artesãs da Vila, entre outros, que contribuem para a dinamização do programa e para o reforço do espírito comunitário.

“Andar no Laréu” decorre em Oliveira (Amarante) de 1 a 3 de maio com Mercado ao Léu, atuações de Lea, As Leonores, DJ Malheiro, Tuna da Universidade Sénior, e a Caminhada Solidária “Todos pela Ariana” a 1 de maio, às 10h30.

Imagens: CM de Amarante

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Inventário micológico em Lousada identifica 196 espécies de fungos, com quatro novos registos para Portugal

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Inventário micológico em Lousada identifica 196 espécies de fungos, com quatro novos registos para Portugal


O Município de Lousada promoveu, durante o ano de 2024, um inventário micológico no concelho que permitiu identificar 196 taxa (espécies e subespécies), distribuídos por três grupos ecológicos principais: sapróbios (111 espécies, que se alimentam de matéria orgânica morta), micorrízicos (46, que estabelecem simbioses benéficas com raízes de plantas) e parasitas (17). O levantamento foi efetuado em 18 áreas representativas do mosaico agroflorestal local.

Este estudo resultou em 82 novos registos para o concelho, incluindo espécies raras e algumas com relevância nacional. Foram também detetadas seis espécies possivelmente exóticas, das quais três confirmadas como invasoras, evidenciando a necessidade de monitorização ativa.

Quatro novas espécies identificadas pela primeira vez em Portugal

Foram identificadas quatro espécies nunca antes registadas em território português, confirmadas molecularmente e comprovadamente novas para o país:

  • Cortinarius pilatii – identificada na Mata de Vilar, associada a estados de amadurecimento florestal
  • Alnicola citrinella – identificada na Boca da Ribeira, vale da Ribeira de Sá e no Rio de Porto; estritamente associada a amieiros (Alnus spp.) , o que lhe confere vulnerabilidade face à degradação das galerias ripícolas
  • Calocybe ionides – identificada no vale da Ribeira de Sá
  • Cortinarius helvelloides – identificada no Rio de Porto

Espécies exóticas invasoras em expansão

Entre as espécies exóticas em franca expansão, destacam-se:

  • Favolaschia claudopus – fungo saproxílico (alimenta-se de madeira morta). Chegou à Europa via Itália (2002), foi registado na Península Ibérica em 2006 e em Portugal em 2013 (Minho). A sua presença em Lousada confirma a progressão para o noroeste do país.
  • Ophiocordyceps humbertii – parasita de vespas do género Polistes, com biologia peculiar que inclui manipulação comportamental do hospedeiro para favorecer a dispersão dos esporos.
  • Pleuroflammula praestans e Clathrus archeri – ambas sapróbias, associadas a substratos ricos em matéria orgânica.
  • Stropharia rugosoannulata – frequentemente cultivada para consumo e remediação de solos, surge aqui como espécie escapada de cultivo, com risco de naturalização.

Espécies simbióticas raras

Foi também identificada Cantharellus romagnesianus, um fungo micorrízico mediterrânico, reforçando a importância dos carvalhais locais para a manutenção destas associações ecológicas.

Implicações ecológicas

As descobertas têm implicações ecológicas relevantes. A expansão de espécies exóticas pode alterar processos de decomposição e interações tróficas, enquanto a presença de simbiontes raros sublinha a necessidade de conservar habitats ripícolas e florestais autóctones.

Este inventário constitui um passo importante para o conhecimento da micobiota de Lousada e para a definição de estratégias de conservação, num contexto em que os fungos permanecem um grupo taxonómico pouco estudado, mas crucial para a funcionalidade dos ecossistemas.

Fotografia: João Silva

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