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Festival da Francesinha regressa a Lousada com três dias de gastronomia e animação

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Festival da Francesinha regressa a Lousada com três dias de gastronomia e animação


O XXI Festival da Francesinha de Lousada arranca esta sexta-feira, 3 de julho, no Largo da Feira, reunindo durante três dias cinco espaços de restauração, animação musical e espetáculos de dança. O certame prolonga-se até domingo, numa organização da LADEC – Lousada Associação de Eventos Culturais, com o apoio do Município de Lousada.

O evento abre portas esta sexta-feira entre as 19h00 e as 02h00. No sábado, funcionará das 12h00 às 15h00 e das 18h00 às 02h00, enquanto no domingo estará aberto das 12h00 às 15h00 e das 18h00 às 00h00.

Nesta edição participam os estabelecimentos Francesinhas & Companhia, Ferry-Bar, Natura Caffé, Autêntico Food & Drinks e Aroma Café, que irão apresentar diferentes versões de um dos pratos mais emblemáticos da gastronomia portuguesa.

Além da componente gastronómica, o festival inclui um programa de animação ao longo das três noites. Esta sexta-feira, pelas 20h30, sobe ao palco a Escola de Dança Mitos Urbanos, de Nespereira, seguindo-se o Grupo Ritmo Solto, às 22h00.

No sábado, a animação prossegue com a atuação da Escola de Dança Os Nogueirenses, às 20h30, e do grupo Samba Raiou. O encerramento, no domingo, contará com a atuação de DJ’s, terminando a noite com o grupo Os Turistas.

A iniciativa pretende voltar a afirmar-se como um dos eventos gastronómicos de referência do concelho, proporcionando aos visitantes uma combinação de gastronomia, convívio e animação durante o primeiro fim de semana de julho.

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Cinfães abre candidaturas para atribuição de 80 habitações ao abrigo da Estratégia Local de Habitação

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Cinfães abre candidaturas para atribuição de 80 habitações ao abrigo da Estratégia Local de Habitação


O Município de Cinfães abriu as candidaturas para dois concursos que vão permitir a atribuição de um total de 80 habitações, em regimes de arrendamento acessível e de arrendamento apoiado. As candidaturas decorrem até 24 de julho de 2026 e inserem-se na Estratégia Local de Habitação, financiada pelo Programa 1.º Direito, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

O primeiro concurso, por sorteio (Concurso n.º 1/2026), destina-se à atribuição de 40 habitações em regime de arrendamento acessível, distribuídas pelas freguesias de Cinfães (38 habitações) e Souselo (2 habitações), nas tipologias T1, T2 e T3.

Este programa pretende proporcionar habitação permanente a preços compatíveis com os rendimentos das famílias, através de rendas ajustadas ao rendimento do agregado familiar, garantindo uma taxa de esforço entre 15% e 35% do rendimento médio mensal.

Paralelamente, encontra-se igualmente a decorrer o Concurso por Classificação n.º 1/2026, destinado à atribuição de 40 habitações em regime de arrendamento apoiado, localizadas no Complexo Habitacional São Sebastião, na Rua das Pereirinhas, em Cinfães.

As habitações disponíveis distribuem-se por:

  • 12 habitações T1
  • 16 habitações T2
  • 8 habitações T3
  • 4 habitações T4

Podem candidatar-se cidadãos portugueses e cidadãos estrangeiros com título válido de permanência em Portugal, com idade igual ou superior a 18 anos (ou emancipados), que se encontrem em situação de grave carência económica e habitacional e cumpram os critérios definidos no respetivo programa de concurso.

Em ambos os procedimentos, as candidaturas devem ser formalizadas através de formulário próprio e entregues presencialmente na Casa dos Outeirinhos, situada na Rua dos Outeirinhos n.º 222, em Cinfães, durante o horário de atendimento, entre as 09h00 e as 13h00 e das 14h00 às 17h00.

Os interessados podem consultar os regulamentos, condições de acesso e documentação necessária através dos seguintes endereços:

  • Arrendamento acessível: https://bit.ly/4p0SZPJ – Cinfães (38 habitações) e Souselo (2 habitações)
  • Arrendamento apoiado: https://bit.ly/4y1CK9140 habitações em regime de arrendamento apoiado, Complexo Habitacional S. Sebastião

Os dois concursos integram a Estratégia Local de Habitação do Município de Cinfães e contam com financiamento do Programa 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, inserido na componente Habitação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

40 habitações em regime de arrendamento apoiado, Rua das Pereirinhas, 4690-049 Cinfães, localizadas no Complexo Habitacional S. Sebastião, na freguesia de Cinfães.

Fotografias: CM de Cinfães

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Marco de Canaveses prepara-se para uma noite de tradição com oito marchas populares

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Marco de Canaveses prepara-se para uma noite de tradição com oito marchas populares


As Marchas Populares regressam este sábado, 4 de julho, ao Marco de Canaveses, reunindo oito grupos representativos de freguesias do concelho num desfile que percorrerá as principais ruas da cidade antes de culminar no Estádio Municipal. O evento promete celebrar a cultura popular, envolvendo centenas de participantes e convidando a população a viver uma noite de convívio e tradição.

A iniciativa tem início às 21h00, com o desfile das marchas pelas principais artérias da cidade, proporcionando um ambiente de festa marcado pela música, pelas coreografias e pelos trajes típicos. Mais tarde, pelas 22h00, cada uma das marchas fará a sua apresentação no Estádio Municipal do Marco de Canaveses, onde serão exibidas as coreografias preparadas ao longo de vários meses.

Participam nesta edição as marchas das freguesias de Alpendorada, Várzea e Torrão (JI Lama), Vila Boa de Quires e Maureles, Constance, Bem Viver, Soalhães, Avessadas e Rosém, Vila Boa do Bispo e Sobretâmega.

A organização convida a população a apoiar a marcha da sua freguesia e a participar numa celebração que valoriza as tradições locais, promovendo o espírito comunitário e a preservação do património cultural do concelho.

#MarcoDeCanaveses #MarchasPopulares #Tradição #Cultura #FestasPopulares #TâmegaESousa #ValeDoSousaTV

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Desalinhamento entre oferta e procura explica subida dos preços da habitação no Norte, conclui estudo

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Desalinhamento entre oferta e procura explica subida dos preços da habitação no Norte, conclui estudo


A Região Norte não enfrenta uma escassez global de habitação, mas sim um desequilíbrio entre os locais onde existe oferta disponível e aqueles onde a procura é mais intensa. Esta é a principal conclusão da mais recente edição do boletim Norte Estrutura, publicada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR NORTE), que analisa a evolução do mercado habitacional na região e alerta para o agravamento das dificuldades de acesso à habitação nos principais centros urbanos.

O estudo, intitulado “O mercado habitacional do Norte: oferta, procura e preços”, conclui que a recente valorização da habitação resulta sobretudo de desalinhamentos territoriais entre a oferta mobilizável e a procura, e não de uma falta absoluta de alojamentos. Além disso, uma parte significativa do parque habitacional existente continua indisponível para residência permanente, reduzindo a oferta efetivamente acessível ao mercado.  

Segundo os dados apresentados, em 2025 o Norte contabilizava cerca de 1,94 milhões de alojamentos, um crescimento de 13,2% face a 2001, equivalente a 1,35 alojamentos por agregado doméstico. Contudo, considerando apenas as habitações disponíveis para venda ou arrendamento e as residências habituais, existiam apenas 4,8% mais alojamentos do que agregados familiares, revelando uma margem de disponibilidade bastante reduzida à escala regional.  

O relatório evidencia fortes assimetrias territoriais. Na Área Metropolitana do Porto e no Cávado, a disponibilidade de habitação situava-se apenas entre 2% e 4% acima do número de agregados, valores próximos de uma situação de saturação do mercado. Já nas sub-regiões de menor densidade populacional, a oferta disponível ultrapassava os agregados em cerca de 12% a 13%.  

Apesar destas dificuldades, o Norte consolidou-se como o principal motor da construção habitacional em Portugal. Entre 2015 e 2025, a região concentrou 47,1% dos fogos concluídos no país, embora o ritmo anual de construção permaneça significativamente abaixo dos níveis registados na primeira década deste século. A reabilitação urbana continua a ter um peso reduzido, com um crescimento de apenas 12,7% entre 2014 e 2025, muito inferior ao aumento de cerca de 170% verificado na construção nova.  

No lado da procura, o estudo indica que a atividade do mercado foi impulsionada sobretudo pela mobilidade residencial. Em 2024 e 2025, o número de transações de habitação foi, respetivamente, 6,6 e 4,5 vezes superior ao número de novos agregados familiares, demonstrando que a maioria das operações correspondeu à mudança de residência de famílias já existentes.  

A valorização do mercado refletiu-se também no aumento dos preços. Entre 2011 e 2025, o valor mediano da avaliação bancária das habitações na Região Norte aumentou 128%, tendo registado uma subida de 16,8% apenas no último ano. As maiores valorizações ocorreram novamente na Área Metropolitana do Porto e no Cávado.  

Esta evolução teve impacto direto na acessibilidade à habitação. Em 2025, a taxa de esforço estimada para adquirir uma habitação de dimensão média por um trabalhador com salário médio atingiu 73,5%, quando em 2011 era de 52,5%. Em municípios como Porto, Póvoa de Varzim e Espinho, o custo da aquisição de uma habitação aproxima-se ou mesmo ultrapassa o rendimento disponível de um trabalhador com salário médio.  

Perante este cenário, a CCDR NORTE defende a adoção de políticas públicas territorialmente diferenciadas, considerando que o simples aumento da construção não será suficiente para aliviar a pressão sobre o mercado. O organismo considera essencial adequar a oferta aos territórios onde a procura é mais elevada, mobilizar o parque habitacional disponível e melhorar as condições de acesso à habitação.  

O boletim Norte Estrutura, lançado em 2017, dedica-se à análise das principais tendências estruturais da Região Norte no contexto nacional.

Fotografia: CCDR NORTE

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Paços de Ferreira cria Linha de Solidariedade para apoiar população durante vaga de calor extremo

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Paços de Ferreira cria Linha de Solidariedade para apoiar população durante vaga de calor extremo


A Câmara Municipal de Paços de Ferreira ativou uma Linha de Solidariedade Municipal disponível 24 horas por dia para prestar apoio à população durante o período de calor extremo, numa altura em que o concelho se encontra sob Aviso Vermelho devido às temperaturas que poderão ultrapassar os 40 graus Celsius.

Face às previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que apontam para uma vaga de calor intensa nos próximos dias, o Município de Paços de Ferreira decidiu reforçar as medidas de proteção da população mais vulnerável através da criação da Linha de Solidariedade Municipal, acessível através do número 300 400 900.

O serviço funciona 24 horas por dia e destina-se a prestar apoio aos munícipes que necessitem de ajuda durante este período de temperaturas extremas. A linha permite, entre outras funções, sinalizar pessoas idosas, doentes, isoladas ou em situação de maior vulnerabilidade, para que possam ser acompanhadas pelos serviços municipais.

Segundo a autarquia, vários cidadãos considerados de maior risco já estão a ser acompanhados pelos serviços municipais, estando a ser efetuados contactos preventivos junto da população mais vulnerável. No entanto, o Município apela também à colaboração da comunidade para comunicar outras situações que possam justificar acompanhamento ou intervenção.

A Linha de Solidariedade poderá ainda ser utilizada para obter informações sobre os espaços climatizados disponíveis no concelho, destinados a proporcionar abrigo temporário durante os períodos de maior calor.

A Câmara Municipal reforça igualmente o apelo à adoção de comportamentos preventivos recomendados pelas autoridades de saúde, nomeadamente beber água regularmente, evitar a exposição solar nas horas de maior calor, permanecer em locais frescos ou climatizados e estar atento ao bem-estar de familiares, vizinhos e amigos, sobretudo daqueles que se encontram em situação de maior fragilidade.

O Município de Paços de Ferreira disponibilizou uma linha telefónica permanente para apoiar e proteger a população durante o período de temperaturas extremas, reforçando o acompanhamento das pessoas mais vulneráveis.

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